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Formação de coaches internos

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"No futuro próximo, todos ajudarão todos a desenvolver-se o tempo todo. Esta será a única maneira que as organizações terão para crescer e estabelecer vantagens competitivas no mercado." Jaqueline Weigel

Apontado como tendência internacional do futuro, o Coaching Interno deverá ser um dos formatos com maior adesão nos próximos anos na área de Desenvolvimento Organizacional. O programa tem como objetivo ampliar o impacto da metodologia do coaching nas organizações e otimizar investimentos corporativos.

Leia mais sobre esta novidade da Weigel Coaching no link  http://weigelcoaching.blogspot.com/p/coaching-de-carreira.html



Pessoas não são incompetentes, são mal administradas

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

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O comportamento, individual e de grupos tem aparecido como uma das principais causas da ineficácia operacional. É preciso estabilizar comportamentos durante processos de mudança.

Qual é o cenário desejado pela empresa? O que os gestores principais esperam do restante do grupo exatamente? Existe uma visão comum compartilhada claramente? Nossas pesquisas mostram que não. Existe um abismo entre decisores da empresa e a população de trabalhadores.

Segundo o modelo Beta, pessoas não são incompetentes, só mal gerenciadas ou inseridas num modelo de gestão que não respeita a natureza humana. 

"Coaching é muito mais do que contratar um coach. É investigar causas , entender comportamentos e definir estratégias simples e eficazes de abordagem e desenvolvimento. A cultura de coaching fará parte de nosso cotidiano em todos os níveis." Jaqueline Weigel

Leia mais em http://weigelcoaching.blogspot.com/p/empresa.html

AUTOCONHECIMENTO, DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E CARREIRA

domingo, 23 de janeiro de 2011

"Um dos componentes básicos da concepção humana é o autoconhecimento que está diretamente relacionado às emoções e aos sentimentos. Quando abordamos o funcionamento e o desenvolvimento do ser humano é necessário falar de uma das suas principais características que é a sua essência, ou seja, sua identidade.

Ao longo do desenvolvimento da humanidade a identidade humana foi esquecida ou até mesmo perdida, pois hoje assim como em séculos atrás nos deparamos em uma busca frenética pela nossa identidade, em que muitos de nós estamos se perguntando:
 
- Quem somos? - O que estamos fazendo neste planeta? - Para onde vamos?
 
São perguntas que o ser humano faz a si mesmo no sentido de entender suas ações, reações, objetivos e refletir na busca de si mesmo e do outro.

Para o psciólogo norte-americano Rollo May (1998) identidade pode ser compreendida como um conjunto de características próprias que diferenciam as pessoas uma das outras. Muitas áreas como a filosofia, sociologia, antropologia e direito têm estudado a questão da identidade, não só pela dificuldade que a questão apresenta, mas pelo seu grau de importância na vida das pessoas.

Para compreender aquilo que somos é necessária uma autoreflexão em que as pessoas compreendam a si mesmas -  o que não é uma tarefa fácil, pois muitas vezes isso exige entrar em contato com temores,  traumas e situações dolorosas que foram esquecidas ao longo do tempo por ocasionarem sofrimentos."

"O indivíduo que tiver autoconhecimento terá no trabalho uma grande fonte de gratificação, na qual se sentirá realizado. Naturalmente conduzirá sua vida no sentido de trabalhar no que gosta ou terá condições suficientes de aprender a gostar do que faz."

"A importância do autoconhecimento ao longo da vida de cada pessoa reflete diretamente nas escolhas e na futura carreira do profissional, pois atualmente ser considerado um talento para a organização significa não ter apenas habilidades técnicas mas principalmente saber reconhecer e lidar com suas emoções no alcance do melhor desempenho e da excelência profissional."
Trechos do livro Planejamento e autogestão de carreira – contextos e desafios sob a perspectiva holística (2a. Ed., Editora Livrus) de autoria da Profa. Dra. Yeda Oswaldo , doutora em psicologia, mestra em educação, especialista em gestão de pessoas, psicóloga organizacional e palestrante. Para saber mais sobre a autora e demais publicações clique aqui.

40- VOCÊ BUSCA PERFEIÇÃO OU EXCELÊNCIA?

sábado, 22 de janeiro de 2011


(texto de Kau Mascarenhas)


Contam que à beira-mar um jovem perguntou ao seu mestre zen qual o sentido da linha do horizonte. O velhinho respondeu que ela só existe para lembrar que a perfeição é uma ilusão, palidamente imaginável mas verdadeiramente impossível e, assim sendo, estimula em cada ser humano sua capacidade de ser humilde.
O escritor uruguaio Eduardo Galeano alicerça esse pensamento, propondo uma analogia entre o horizonte e a utopia, e fala de uma outra utilidade: "A utopia está lá no horizonte. Eu me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isto: para que eu não deixe de caminhar".


Foto: Kau Mascarenhas / Série Paz-sagens / Barco em Floripa



De fato, a perfeição é uma utopia útil ao nosso processo contínuo de evolução.
É profundamente inspirador saber que sempre haverá algo novo a aprender, uma dimensão maior de felicidade a alcançar, um patamar de crescimento superior a atingir.
A orientação de Jesus “sede perfeitos como o Pai é perfeito” pode ser compreendida como um chamado, um incentivo. Entretanto será profundamente equivocada a atitude daquele que se arvorar a alcançar perfeição absoluta, considerando essas palavras como um comando factível de ser obtido numa única encarnação.
O perfeccionismo de acordo com diversos pensadores, sejam eles pertencentes às escolas psicológicas ou mestres de estradas espirituais, produz mais dores que benefícios.
Listo aqui algumas características do perfeccionista clássico:
- Intolerância com aqueles que não alcançam os padrões previamente definidos como perfeitos;
- Ansiedade crônica e grande stress por conta da auto-crítica excessivamente severa;
- Desânimo, e falta de motivação para arriscar e tomar iniciativa, por conta do medo de não acertar (“prefiro não fazer do que arriscar fazer de forma imperfeita”);
- Estabelecimento de posturas internas auto-punitivas, formas de pensamento torturantes que chegam a se concretizar em doenças no corpo físico.
Quando se trata de aspectos relacionados ao âmbito moral, esse processo se mostra ainda mais sério levando o perfeccionista a sofrer demasiadamente como se não fosse digno de uma vida feliz e de obter sucesso.
Muitas vezes o perfeccionista sofre de um grande complexo de superioridade e atribui aos seus critérios o status de divinos, ou seja, ele se considera capaz de dizer o que é bom ou ruim, certo ou errado, perfeito ou imperfeito. Pode ser que, paradoxalmente, mesmo se mostrando em atitude humilde, carregue em si uma forte vaidade que não lhe permite a possibilidade de errar. Não admite a mais simples idéia de ser admoestado ou criticado e, assim sendo, prefere não fazer algo uma vez que exista algum risco, mesmo remoto, de não atender aos padrões vigentes ou previamente por ele estipulados.
O mais curioso é que alguns perfeccionistas passam um bom tempo sem errar pelo fato de não agir, já que temem a imperfeição. Assim eles não erram, mas nunca aprendem. Normalmente são seres em cujas vidas se notam muitas omissões, e poucas realizações.
Há, entretanto, muitas pessoas empreendedoras que se dizem perfeccionistas.
Ouso afirmar que na verdade não o são.
São meticulosos, atentos à qualidade, enérgicos na busca de sucesso, e muito comprometidos com seus propósitos. Mas não os chamo de perfeccionistas.
Tenho um outro nome para essas pessoas que atingem grande sucesso em diversos âmbitos e que estimulam o crescimento de quem as cerca com seus grandes feitos.
São os “buscadores da excelência”.
Um buscador da excelência sabe que perfeição é algo absolutamente relativo, por isso prefere definir alguns padrões que podem representar sucesso em seus papéis de pai ou mãe, filho, cidadão, profissional, companheiro, cristão e amigo, e segue esses padrões.
Ele está igualmente convicto de que esses padrões podem mudar, já que sobre todos nós age uma lei inexorável que é a Lei da Evolução.
Aquilo que é um bem hoje poderá se constituir num mal amanhã.
Assim sendo, os padrões de excelência são mutáveis. Eles também evoluem.
O perfeccionista quer manter em mente a idéia de uma regra absoluta para as formas de conduzir sua vida.
O buscador da excelência, no entanto, está aberto a mudar de idéia e tem todo o direito de agir de acordo com cada contexto em que esteja inserido.
O perfeccionista pode se utilizar de inúmeras máscaras por conta da imagem rígida que criou para si mesmo.
Não quer ser visto pelos outros de uma forma “menor”, e assim joga em sua sombra uma série de falhas, equívocos e incongruências. Características que ele não aceita em si precisam ser escondidas.
O buscador da excelência, por sua vez, reconhece a sua humanidade e está disposto a aprender com seus erros e, se fica evidente algum deles, procura reorganizar-se, tirar daí a melhor lição, corrigir o que for possível e não repetir a falha. Sem auto-punição, sem crises de consciência, sem dores injustificáveis.
Em meu trabalho costumo sugerir que as pessoas saiam do arrependimento vazio e partam para um trabalho mental que se chama “editar a fita”.
Reveja aquele comportamento que você não considera interessante com olhos amorosos. Perceba que fez aquilo muito mais por ignorância que por maldade. Perdoe-se sinceramente e em seguida edite a fita, ou seja, reconstrua na mente a forma mais interessante de agir. Use o poder mental que se assemelha ao de um possível cineasta que ao mesmo tempo fosse autor-roteirista-diretor-cinegrafista-ator. Reconstrua na mente toda a cena de maneira melhor, tomando as atitudes mais interessantes, e arquive dentro da mente essa nova “ocorrência”. Numa situação futura semelhante àquela seu cérebro terá um arquivo a mais, bastante positivo, para tomar como referência.
Quem pode dizer o que é a perfeição? Aquilo que para mim é perfeito, para você pode nem ao menos ser aceitável.


Foto: Kau Mascarenhas / Série Paz-sagens / Barco em Floripa


E se imaginarmos a diversidade cultural que engloba os seres humanos no que diz respeito ao entendimento do que é moral, bom, valioso e ético nos diversos países, a complexidade dessa questão se torna ainda maior.
Perfeição, portanto, é uma realidade inatingível para nós que somos humanos. A dimensão da perfeição pertence ao divino. Excelência, no entanto, é uma busca feliz de nossa natureza humana.
Existe uma figura lendária chamada “famaliá”. Trata-se de um pequeno demônio que se for preso numa garrafa atende a todos os pedidos do seu dono, tornando realidade qualquer um dos seus desejos.
No entanto, algumas correntes de estudo dessa lenda dizem que o famaliá na verdade detesta a perfeição e, por conta disso, o seu possuidor deve dar um jeito de fazer algum pequeno defeito existir em cada desejo concretizado. Por exemplo, se ele pede uma casa maravilhosa ao seu diabinho, que dê um jeito de criar uma pequena rachadura em alguma vidraça, ou uma sujeirinha no tapete ou, quem sabe, desfie um pedacinho da cortina. Dessa forma o famaliá não será agredido pela perfeição. Caso contrário ele pode se irritar e destruir tudo.
A mitologia grega também aponta o aparecimento de castigos severos àqueles que se dispõem a desafiar os deuses querendo trazer para o mundo uma perfeição que é encontrada apenas entre os habitantes do Olimpo.
Psiquê, por exemplo, sofreu terríveis agruras com os desafios e torturas impostos por Afrodite, somente por ser uma mortal detentora de uma beleza perfeita. Assim, despertou ciúmes e gerou mágoa na deusa.
Algumas pessoas adoram exaltar sua família perfeita, sua casa perfeita, seu cônjuge perfeito, sua saúde perfeita. Exaltam seu estilo de vida, suas posses e a excelsitude de tudo o que possuem e dos que as cercam. É como se vivessem num conto de fadas eterno no qual não pode haver qualquer ponto negativo. Quem sabe estão cegas às pequenas ou grandes imperfeições que se caracterizam como absolutamente normais em se tratando da vida humana.
Se é desagradável ouvir alguém falar demasiadamente que tudo é perfeito em sua existência, imagine o quanto igualmente é cansativo escutar o extremo oposto. Também não é nem um pouco sadio. É muito difícil estar ao lado de alguém que vive acreditando que nada presta em seu mundo. Coitado de quem se aproxime de uma pessoa dessas e faça um inocente cumprimento perguntando “como vai você?”. Terá que suportar uma avalanche de queixumes nos quais o outro exporá todas as suas mazelas.
Portanto, evoco a importância de se perceber que somos todos humanos e que é natural existirem aspectos não muito angelicais em nossa realidade de seres em processo evolutivo, e de que em nossas vidas podem estar situações que merecem receber energia transformadora.
Mesmo imperfeitos e vivendo num mundo imperfeito, que sejamos felizes e capazes de mudar para melhor, percebendo que já possuímos dentro de nós e ao nosso redor tudo de que precisamos para uma vida plena e feliz.
E as coisas só podem ser resolvidas se tivermos a ousadia de encará-las, ao invés de escondê-las sob o tapete.
Parece-me inclusive que quanto mais ficamos ansiosos em parecer perfeitos, mais os erros se sucedem.
E muitas vezes aquilo que parece imperfeito é justamente o que vai mais encher nossa vida de valor pelo inusitado, pelo surpreendente, pelo criativo.
Na arte humana podemos perceber isso, bem como na própria natureza.
Uma obra de Picasso que mostra um rosto deformado propõe corajosamente uma beleza diferente, antes de tudo pela própria atitude do artista rompendo regras e padrões clássicos pré-definidos.
Uma pérola barroca se destaca por não ser lisa nem absolutamente redonda como as suas irmãs.
Sim, o horizonte existe e está lá, a nos inspirar. E sabendo que é inatingível, podemos nos colocar em atitude respeitosa no que tange ao ritmo da nossa jornada evolutiva.
É importante continuarmos sempre aprendendo, mudando e crescendo, ao mesmo tempo em que nos tornamos flexíveis para perceber que a idéia absoluta de perfeição não existe.
O valor que você tem está, antes de tudo, no fato de você ser como você é.

O que buscamos em nossas carreiras?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011



 Gestores precisam desenvolver pessoas. Líderes precisam inspirar sua equipe

Executivos desejam performance, sucesso e satisfação.

Profissionais precisam de identidade, plano de carreira e crescimento

A carreira é um de nossos maiores palcos, onde gastamos 8 h de energia diária. Ser o melhor que pudermos não é um privilégio e sim a menor de nossas possibilidades.

Veja mais em nossa página de Coaching de Carreira http://weigelcoaching.blogspot.com/p/coaching-executivo_19.html

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Porque líderes precisam ser grandes coaches?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Nos últimos 25 anos, coaching representa a modalidade que mais cresceu entre as disciplinas de desenvolvimento de lideranças. Organizações estão interessadas em fortalecer boas práticas, melhorar planos de sucessão e aumentar a performance de empregados em todos os níveis.

Com pressões externas e orçamentos enxutos, empresas buscam soluções internas para seus dilemas. Será que gestores podem assumir funções como as de um coach? Sim e não.

Sim, porque isto será inevitável quando se fala em gestão de pessoas. Líderes que não se aprenderem sobre o assunto e não desenvolverem habilidades de um coach, ficarão para trás nas estrtuturas organizacionais modernas.

Não, porque o papel de um coach externo continuará sendo fundamental especialmente para alta gerência.

Existe uma diferença importante entre um líder que sabe como usa o coaching para desenvolver seus liderados e o coach profissional graduado, que oferece serviços no mercado.

Jaqueline Weigel  senior coach Weigel Coaching
Fonte: Katleen Stinnett, MCC  ICF - USA


Você está satisfeito com seu trabalho? Onde deseja estar daqui a 10 ou 20 anos? Participe de nossa Oficina de Coaching.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Oficina de Planejamento de Carreira
com as coaches Jaqueline Weigel, Thalita Posella, Lúcia Duque

Sabemos que cada vez mais os profissionais terão que assumir a responsabilidade por suas carreiras. O modelo paternalista, onde inicialmente os pais depois as empresas influenciam em nossas decisões de carreira está enfraquecido. Com as novas gerações, já percebemos de forma real que as "rédeas" da carreira devem estar nas mãos do próprio profissional, que passará a encarar o assunto de outra forma. Metas de longo prazo, significado, talentos, valores individuais, desenvolvimento, crescimento, mudanças. Todos estes itens farão parte de uma reflexão periódica.

Por onde começar, como estabelecer uma rota satisfatória, construir um sonho possível e fazer escolhas acertadas? PARTICIPE!



TURMAS DE NO MÁXIMO 10 PESSOAS

Objetivos Gerais
Oferecer oportunidade aos profissionais de refletirem sobre seus planos de carreira, analisar cenários passados, atuais e futuros, checar prós e contras da situação atual e entender dificuldades comuns a todos os profissionais.

Programa:

I – Definição dos objetivos de carreira

• Longo prazo, médio prazo e curto prazo

II – Investigação da missão

• Talentos individuais
• Vantagem competitiva
• Valores
• Missão pessoal e profissional


III – Estratégia e planejamento

• Análise do cenário atual
• Grau de satisfação ou frustração
• Elaboração do cenário futuro
• Análise de possibilidades
• Bases de decisão
• Escolhas
• Obstáculos comuns
• Plano de contingência

Fundamentos: Integrated Coaching Institute, International Coach Federation


Nome do coaches facilitadores: Jaqueline Weigel , Thalita Posella e Lucia Duque

Local: Rua do Rócio, 288 - Vila Olímpia - SP

Carga Horária: 10 horas em 6 semanas. (5h em grupo, 4h em sessão individual e 1h sessão de fechamento em grupo)  


Datas da primeira turma:
31 de janeiro de 2011, das 19 às 22h - sessão em grupo
03 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 1 - 60 min
08 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 2 - 60 min
10 de fevereiro de 2011 - das 19 às 21h - sessão em grupo 
14 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 3 - 60 min
17 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 4 - 60 min
21 de fevereiro de 2011 - Das 19 às 20h - encerramento em grupo - 60 min

* Envio de relatório de avaliação de resultados 10 dias após o encerramento

Turmas de março e maio aceitando lista de interessados
Valor por pessoa: 4 x 625,00

Inscrições no email contato@weigelcoaching.com.br




Nossa coach dá dicas sobre metas para 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Em janeiro, é comum profissionais refletirem sobre o que desejam para suas carreiras no novo ciclo que inicia. AS empresas fizeram o mesmo, e revêem seu planejamento e sua estratégia neste período.

Profissionais sonham com promoções, crescimento, aumento de salário.

Empresários buscam o crescimento da companhia. 


Antes de pensar no futuro, pode ser interessante analisar o ano que passou. “Quais foram os planos de 2010? Em quais você teve sucesso? Em quais não e por quê? Além disso, é impotante ficar atento e entender que sem um planejamento claro e objetivo, com base em dados sólidos, é comum profissionais e empresas dispersarem no meio do caminho”.
Jaqueline apontou três razões que, de uma forma geral, causam a frustração das metas para um novo ano: falta de foco, pouca disciplina e má organização. “Observamos em nossos clientes que quando o planejamento é falho, superficial, fatalmente ocorre a ausência de um dos três aspectos citados. E desta forma não há plano que se concretize” explicou. Para a executiva, é preciso ter clareza do que se quer construir, e organização mental e emocional para executar o plano.

O processo de coaching, segundo Jaqueline, auxilia profissionais e empresas neste processo. Não é à toa que a procura triplicou em 2010 no Brasil. Tanto as empresas quanto os profissionais atendidos em 2009 e 2010 pela Weigel Coaching atingiram os objetivos traçados integralmente. “Um coach auxilia o cliente a traçar metas tangíveis de forma estruturada. Além disso, investiga valores da meta, auxilia o coachee a definir prioridades, estabelecer o tempo para cada conquista e ter foco nas ações necessárias para conquistar o resultado. As empresas e os profissionais sabem o que precisam fazer, mas falta clareza do objetivo e habilidades de comportamento para a ação de execução”, afirma.

Além disso, Jaqueline Weigel explica que, para planejar melhor, é preciso usar a razão e deixar um pouco de lado a empolgação, tão comum neste período. “É necessário dedicar um tempo, estabelecer bem os objetivos, ligá-los a um objetivo maior, de longo prazo, e somente depois agir . A maioria começa fazendo coisas, sem ter um plano mestre como apoio”, define. Outro problema constante é a falta de clareza. “É muito comum as pessoas traçarem metas abstratas, como sucesso, felicidade, crescimento, realização. Isto são valores do resultado, não metas. Não são possíveis de mensurar. É preciso definir especificamente o que se deseja construir. É isto que nos mantém no foco durante todo o percurso”, ressalta.

Outro ponto abordado pela executiva é a mudança de planos no decorrer o ano. Ela explica que muitos imprevistos desviam as pessoas de seus objetivos iniciais. Isto, segundo Jaqueline, é resultado de um processo de planejamento superficial. “Temos mania de ajustar objetivos e metas para nos adequar a certas situações e acabamos abandonando nosso sonho. Justificamos com mudanças constantes de planos ou eventos. Na verdade, estamos completamente desviados do nosso destino inicial. Um coach mantém o coachee numa linha reta, depois de ter definido com ele o destino e o caminho”, finaliza.




O seu emprego é só trabalho ou faz parte da sua identidade?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Estado de São Paulo - 23 de dezembro de 2010

Em conversas com especialistas em RH na semana passada, Jaqueline Weigel, especialista em treinamento e proprietária da Weigel Coaching, chamou a atenção para uma realidade do mercado de trabalho: as pessoas que adicionam a empresa a seu sobrenome. Especialmente em casos de longa permanência em um só emprego, a companhia pode ser adicionada à identidade do profissional.


De repente, só faz sentido ser o “fulano de tal”, da “empresa x”. Para Jaqueline, essa questão que parece corriqueira deve ser vista com cuidado. Isso porque, especialmente na hora da aposentadoria, de repente a pessoa pode se ver perdida, como se faltasse parte do seu “eu”. Para Jaqueline, é algo a ser trabalhado aos poucos, enquanto o profissional ainda está na ativa.

E você? É muito apegado ao “sobrenome profissional”? O seu emprego é só trabalho ou faz parte da sua identidade? Já sofreu com isso? Escreva para a gente.

A matéria é de FERNANDO SCHELLER





39- MENSAGEM EVOLUTIVA: BRINCANDO COM "SEMPRES" E "NUNCAS"

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010


Olá, amigos!
Abraços grandões, beijos com paz e meu desejo de muita felicidade em 2011!!!
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Uma Mensagem Evolutiva: Brincando com “Sempres” e “Nuncas”
(de Kau Mascarenhas)

Nunca se compare com os outros, não se considerando melhor ou pior que qualquer pessoa. Mas sempre trabalhe para perceber que seu Eu de hoje é mais pleno que o seu Eu de ontem. Crescer a cada dia com tudo o que acontece é abrir espaço para progresso e felicidade.

Sempre que surgir uma adversidade busque qual é a semente de benefício que ali se esconde. Entretanto nunca faça de conta que o mundo é cor-de-rosa. Antes de ressignificar é valioso tomar consciência.

Nunca duvide que o poder e todos os recursos, já se encontram dentro de você. Contudo sempre que for importante saiba pedir ajuda. Na condição de seres humanos que somos, a humildade de se mostrar frágil permite agigantamento em comunhão.

Sempre abra espaço para a dúvida. No entanto nunca desmereça algumas certezas. Há crenças valiosas que alicerçam nosso existir como a de que vale confiar no futuro, construindo-o com atitudes e pensamentos positivos no presente.

Nunca dê importância demasiada às coisas feias que falarem de você. Todavia, sempre é bom escutar o que dizem a seu respeito. Às vezes os pontos que merecem mudança em nós são vistos mais facilmente por quem não gosta muito de nós.

Sempre seja sincero e diga o que pensa. Mas nunca use a honestidade como ferramenta para derrubar quem está do seu lado. Pode ser que a dureza ferina da forma como você fala machuque tanto, que se torna perdida a verdade impulsionadora do seu conteúdo.

Nunca divulgue os aspectos negativos que vê nos outros. Entretanto sempre seja capaz de discernir o que é comportamento modelo ou anti-exemplo. As atitudes anti-éticas, mesmo que mil vezes repetidas, continuam inaceitáveis.

Sempre coloque o seu melhor em tudo o que produz. Contudo nunca exija perfeição ou se autoflagele quando algo não sair como você deseja. Perfeccionismo é mais uma doença que impede crescimento do que qualidade geradora de excelência.

Nunca se deixe abater diante das dores alheias. No entanto sempre seja capaz de se colocar no lugar do outro, imaginando o que ele sente. Empatia e compaixão são virtudes que quanto mais se expandirem no mundo farão dele um lugar melhor pra se viver.

Sempre seja você mesmo. Todavia nunca deixe de mudar. As cascas que nos envolvem podem cair a toda hora para deixar surgir um ser mais pleno e luminoso. Evoluir é possibilidade diária e convite eterno da Vida.

Nunca desista. Mas sempre respeite seu próprio ritmo. Mude as estratégias para alcançar seus objetivos e reconheça quando alguns dos seus desejos já se encontram mofados. E sobretudo: saboreie cada dia, cada passo, cada instante, cada pedaço do caminho.




Foto de Kau Mascarenhas: Porta Aberta em Veneza

38- Mudando de Idéia Sobre o Amor: Natal no Coração

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Pensei em deixar uma mensagem de Natal para todos vocês, amigos queridos. Queria postar algo que funcionasse como um presente, e ao mesmo tempo queria escrever algumas linhas a respeito do amor (nunca é demais...). Bom, aproveitei umas idéias que apareceram de ontem pra hoje e compus esse texto poético. Espero que sirva para suas reflexões. Grande e carinhoso abraço!
(também em nossa rede social: http://www.mudandoparamelhor.ning.com/)

Foto: Kau Mascarenhas / série Paz-saros. Dois pardais compartilhando pão na neve. New York City




Mudando de Idéia Sobre o Amor: Natal no Coração
(por Kau Mascarenhas)

Um dia achei que poderia viver sozinho. “Antes só que mal acompanhado”. Tempos depois percebi que dormir e acordar sem ter em quem pensar faz nossos dias serem menos iluminados. Mudei. Trouxe alguém pro meu lado.


Um dia pensei que era maduro o suficiente para não me sentir magoado. “Sou crescido, forte e posso lidar com tudo”. Logo depois percebi que meu coração chorava e gritava; nunca foi mudo. Cresci. E na escola da emoção ainda estudo.


Um dia vi que sobre meus sentimentos eu tinha construído um escudo. “Para que me expor?” Notei aos poucos que tudo o que sinto se mostra com luz, brilho e muita cor. Evoluí. E percebi na minha transparência um grande valor.


Um dia imaginei que ter um relacionamento era causa de grande temor. “Para que devotar sentimento sem a garantia do que o outro oferece?” Logo notei que simplesmente amar já pode ser um bom ensaio. Compreendi. No puro exercício do amor a alma cresce.


Um dia acreditei que, em se tratando de amor, de nada adiantariam minhas preces. “Cuide das coisas da Terra e Deus cuidará do universo transcendente. ” Então a vida me surpreendeu premiando meu coração crente. Amadureci. Vi que uma alma em paz com o Alto atrai outro coração sorridente.


Um dia considerei que as angústias do passado sempre assombrariam meu presente. “As feridas cicatrizam mas não somem com a idade”. O amor retornou e confiei. Quando abri minha porta outra vez a cura aconteceu de verdade.


Um dia achei que somente os iguais podem encontrar, juntos, a felicidade. “Semelhante atrai semelhante”. Entretanto, de forma adorável algumas diferenças se mostraram muito interessantes. Aprendi. A construção da ponte entre os diversos é ação amorosa energizante.


Um dia ensinei que o amor ao outro era o afeto mais importante. “Ames o teu próximo como amas a ti mesmo”. Jesus, entretanto, apontava outra direção com insistência. Reconsiderei. Ele na verdade salientava a auto-estima como amor-referência.


Um dia imaginei a presença do outro como base para minha existência. “Somos metades que se completam”. A maturidade me trouxe nova percepção. Enfim compreendi. Indivíduos inteiros é que se agigantam mais facilmente em comunhão.


Um dia pensei que para ter felicidade bastaria viver uma paixão. “Quem é feliz no amor tem tudo”. Afastei-me de amizades verdadeiras para me emparedar no relacionamento. Caí. O amor não deve afastar outros amores e sim promover seu fortalecimento.


Um dia achei que amar era uma espécie de acorrentamento. "Quem ama abre mão da liberdade". Desconsiderei a expansão que só é construída quando estamos de mãos dadas. Murchei. Mais tarde renasci quando minha alma se viu com outra abraçada.


Um dia, dois dias, três dias. Um ano. Uma década. Uma vida aproveitada ou desperdiçada. Crenças sobre o amor vêm e vão, como borboletas bailando no verão. Muitas mudaram e continuam mudando, outras já são parte de nós como se fossem as raízes do nosso coração. Quando se trata de sentimento não reagiremos aos fatos e sim àquilo em que acreditamos, tenhamos razão ou não.


Que possamos exercitar flexibilidade, empatia e compaixão. Ser feliz é antes de tudo confiar e lançar-se. O amor não apenas nos convida. Ele nos grita e pede atenção. Que saibamos dizer sim a esse feliz chamado. Com muita esperança e intensa gratidão.

Mesmo banalizado, a procura por coaching triplica no mercado executivo

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Leia nossa matéria no Brasil Econômico e entenda porque mesmo banalizado o coaching faz tanto sucesso.


O que faz um profissional pensar em transição.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Transição de carreira, um assunto em pauta.


Algumas características comuns identificam as necessidades dos profissionais que buscam um coach para receber suporte neste momento de mudança:

* Existe um forte desejo de mudar para aliviar um desconforto atual;
* O profissional deseja buscar por um sentido maior para a carreira;
* Existe a fata de identidade profissional;
* Está afastado temporariamente e deseja voltar ao mercado mas não sabe como.

Nos processos de coaching de carreira, esta transição de carreira torna-se mais tranquila e bem-sucedida, o coachee passa a ter dados mais sólidos para embasar escolhas , a marca pessoal é definida com mais clareza e os principais obstáculos são percebidos.

Leia mais...


Entre os obstáculos, tem destaque o MEDO. De perder status já conquistado, de errar, de trocar o que já conhece pelo desconhecido, de enfrentar as cobranças externas, especialmente de família e amigos. Outro obstáculo é a INÉRCIA da zona de conforto. "Não estou satisfeito mas isso é melhor que não ter nada". Mudar dá trabalho e para ter ganhos algumas perdas são inevitáveis. Outro fator de forte interferência é a INSEGURANÇA FINANCEIRA. Os profissionais não se preparam previamente para suportar a mudança.

Também observamos a falta de clareza e de METAS FUTURAS, de Plano de Carreira de longo prazo , e isto gera incertezas e um caminho vazio no presente. É neste momento que começam os questionamentos.

A grande dificuldade de agir, sabendo que deseja ou precisa mudar mas não consegue, o desconhecimento do que pode ser feito diferente, por onde começar, o fato de nunca ter parado para refletir profundamente sobre si mesmo e sobre seus caminhos, traz ao processo uma riqueza e um grande encantamento .

Transição é mudança, e mudanças são inevitáveis. Cabe à você tomar as rédeas do assunto ou ficar refém de acontecimentos e apenas reagir. Faça suas escolha.

Jaqueline Weigel e equipe de coaches Weigel Coaching




Debate descarta o “Apagão de Talentos” e atribui o problema às formas de contratação e gestão

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O chamado “Apagão de Talentos” é um assunto que ganhou importância e despertou discussões na opinião pública em geral. As grandes empresas reclamam da falta de potencial criativo do mercado. O funcionário formado em boa universidade, com cursos e experiência é valorizado, tem plano de carreira e boa condição de trabalho. No entanto, seu potencial para idéias continua inibido. Para buscar soluções, a Weigel Coaching, especializada em comportamento e desenvolvimento corporativo, realizou um debate online com profissionais envolvidos em Recursos Humanos e chegou à conclusão de que o “apagão” não existe, e sim um modelo de contratação e gestão ultrapassados.

O bate papo ocorreu por meio de uma rede social para profissionais, o LinkedIn, e teve a participação de 20 núcleos de RH. Para Jaqueline Weigel, senior coach e diretora geral da Weigel Coaching, o chamado “Apagão de Talentos” nunca existiu, o problema está no modelo de recrutamente e seleção e consequentemente gestão. “Toda pessoa tem potencial a ser explorado. Basta saber apertar os botões certos para despertar este talento. Quando um funcionário está no local errado, em função inadequada, ele tem seu talento inibido e não produz como deveria. Além disso, gerenciá-lo mal resulta em fazê-lo desempenhar muito abaixo do esperado”, afirmou.

Além do modelo arcaico, que exige demais, paga pouco e não consegue absorver o máximo do potencial dos funcionários, outros assuntos foram abordados no debate. Entre os principais está o sistema de contratação que preza pelo chamado “modelo da caixinha”, que supervaloriza profissionais com currículos gabaritados. “O profissional com universidade boa, MBA, cursos e experiência são excessivamente valorizados pelos RHs. Formação é necessária, mas não significa conhecimento e capacidade ”, explicou Jaqueline Weigel.

Segundo a executiva, os participantes do debate concluíram que o modelo de contratação atual também favorece a inibição do talento. “As empresas precisam mudar a forma de contratação e aprender a formar profissionais. Além disso, é preciso investir no talento, incentivá-lo e oferecer oportunidades que atraiam esse potencial”, afirmou.

De acordo com estudos complementares da Weigel Coaching, esse panorama tem feito os profissionais migrarem para o negócio próprio justamente por não encontrarem no mercado atual um modelo que favoreça sua evolução. “A política do ‘100 para mim, um para você’ e a perspectiva de terminar uma carreira com uma pequena aposentadoria levaram executivos, de todas as idades, a procurarem outras alternativas. Tudo isso resulta, na realidade, em uma evasão de talentos das empresas”, concluiu Jaqueline.

O estilo e a popularidade do líder não importam e sim como influenciam pessoas para atingir resultados

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Nas clássicas teorias de gestão o gerenciamento é o foco. Gerenciar é administrar resultados, operações e infraestrutura. Na teoria moderna, liderar parece mais adequado, que significa influenciar pessoas.Enorme desafio.
LIDERAR NÃO É COMANDAR OU CONTROLAR
Empresas e liderados cobram esta nova atitude de seus gestores, mas quem os preparou para este novo papel? Como fazer a transição?
Leia a matéria na íntegra, clique aqui

O primeiro passo é ensinar o antigo gerente sobre como pessoas funcionam e de que forma ele pode influenciá-las. Na maioria das vezes, ações pontuais de suposto desenvolvimeto são aplicadas. Não funciona. Treinamentos em sala de aula para a equipe de líderes também não são o suficiente.Adultos  precisam entender de forma lógica, criar consciência e mudar comportamento com esforços dedicados e persistentes.

Esta nova dimensão do papel atual do líder tem sido um dos principais desafios de empresas e executivos.

São abundantes as teorias sobre comportamento humano, e é importante saber que mudanças de conhecimento são as mais fáceis e rápidas, mas a de atitude, tanto individual quanto em grupo são morosas e entediantes. A mudança pode ser provocada, e é este o trabalho de um coach, que acelera e otimiza o processo.

A mudança de comportamento ocorre em 4 níveis:

* Conhecimento
* Atitude
* Comportamento individual
* Comportamento em grupo

O importante é entender que se a expectativa do gerente é alta, a produtividade assim o será. Se for baixa, proporcional será sua equipe e o resultado gerado.

Temos dois caminhos: esperar e mudar quando não houver mais saída ou antecipar a mudança de forma consciente.Isto é o que diferencia a vítima do protagonista de uma história.

Boa semana,

Jaqueline Weigel

37- SEMENTE PAZ

sábado, 4 de dezembro de 2010

Série Paz-saros: gaivota na Florida / Foto de Kau Mascarenhas



Certa feita conversando com a amiga Liane Pinto, psicóloga, ouvi um interessante episódio sobre um encontro seu com a paz. Ela me contava que foi a um grande auditório assistir a uma palestra com certo lama tibetano.
Liane fazia parte de uma platéia alvoroçada – com, talvez, duas mil pessoas – muito excitada para aquele evento que prometia ser bastante transformador.
Em sua maioria, tratava-se de gente das áreas do desenvolvimento humano, espiritualidade, psicologia, ou interessados em meditação e cultura oriental.
A princípio, diria-se que deveriam ser pessoas bastante zen.
Ao contrário, era notável o rebuliço interior em que se encontravam. E externamente isso se refletia no comportamento, nas conversas que desenvolviam com as pessoas das poltronas ao lado e dos movimentos corporais agitados.
No momento em que o palestrante surgiu no palco todos serenaram um pouco e fizeram silêncio. “Nossa! Quanta coisa importante sobre a paz aquele homem poderia trazer! Quantas informações valiosas ele iria oferecer!”. Provavelmente era isso que tinham em mente.
O homem, vestido com exótico traje de cor laranja, olhou para a audiência e sorriu de forma tranqüila e doce, movimentando-se lentamente, dirigindo devagar o corpo para toda a extensão do auditório.
E só.
Passou um minuto sorrindo para as pessoas. O tempo passou e aquele tempo começou a parecer interminável. Entrou no segundo minuto sem dizer uma única palavra, apenas sorrindo e olhando para todos.
E só.
A inquietação de alguns começou quando, após perceberem que já havia se passado quase dez minutos, e o guru só fazia sorrir, ou às vezes entoar um mantra.
Houve aqueles que começaram a se mexer nas poltronas, outros cutucaram a pessoa ao lado e comentaram algo, outros foram além e, num impulso de insatisfação ou falta de entendimento da situação, deixaram o auditório.
Entretanto, aqueles que resistiram e ficaram, puderam saborear em cerca de trinta minutos de sorrisos, uma preleção diferente e valiosíssima sobre a paz e a sua importância no mundo que começa em nossos próprios corações, no próprio aquietamento da alma. Isso fez com que minha amiga tivesse momentos de grande tranqüilidade e um genuíno encontro com a paz interior.
É bastante fácil condenar criminosos, julgar políticos corruptos e amaldiçoar os líderes das nações em guerra. O maior desafio, contudo, será observar a violência das nossas atitudes diárias em palavras ações e pensamentos, e transformar esse estado.
Se é tão difícil ficarmos algum tempo apenas sorrindo, em paz, ou vendo alguém fazer isso, abrindo mão momentaneamente da profusão interior de pensamentos e julgamentos, como poderemos ter a tranqüila contemplação do exterior, capaz de nos deixar viver cada instante com maior tranqüilidade?
Estar em paz comigo mesmo me leva a estar em paz com o outro. E isso não tem a ver com o ambiente externo.
O escritor e conferencista Roberto Shinyashiki costuma falar que podemos ser um “Buda no shopping center” querendo sugerir a busca do bem-estar e da paz interior mesmo que estejamos em meio a turbulências exteriores.


Série Paz-saros: gaivota na cruz em Florianópolis / Foto de Kau Mascarenhas

Combinando perfeitamente com essa idéia, há uma antiga história que narra certa competição entre artistas que deveriam pintar um quadro sobre a paz.
Muitos se espantaram quando viram a pintura vencedora. Era justamente aquela que trazia a imagem de um mar revolto com ondas se chocando no paredão rochoso de uma falésia.
Certa indignação surgiu por parte dos que acompanhavam a disputa, pois lá estavam representadas diversas imagens bucólicas de flores salpicadas em veredas, montanhas emoldurando lagos azuis, campinas verdejantes, ou trigais beijados pelo vento. O que fez justamente aquela pintura com cena tão tumultuada ganhar o prêmio?
Até que os juízes revelaram o porquê de sua escolha: na pintura do mar atormentado por furacão, com ondas poderosas açoitando o rochedo havia, de forma pouco visível, numa das pedras, um singelo ninho onde pássaros calmamente alimentavam seus filhotes. A paz pode estar num contexto de grande perturbação do ambiente exterior.
Albert Einstein, tão conhecido pela sua devoção à ciência, era um pacifista ardoroso, e deu ao mundo importante contribuição nesse sentido.
Não apenas dava aulas e palestras sobre física, criava fórmulas e mergulhava em pesquisas, mas redigia cartas a presidentes com teor pacifista, encabeçava manifestos pelo desarmamento e fazia conferências onde apontava caminhos para uma paz sustentável.
Einstein fazia a sua parte, e ele era um homem muito ocupado. Cada um de nós também pode fazer algo.
Um de seus célebres aforismos diz: “Penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio: eis que a verdade se me revela.”
Talvez seja esse um caminho. Plantar a semente da paz em nosso interior, aquietando a alma, entrando em calmaria emocional, pedindo licença ao pensamento.
E ir além.
Hoje parece não bastar que a paz seja plantada; é importante também que seja cultivada, cuidada, alimentada diariamente. Sejamos jardineiros da paz.






Contrate um coach para conquistar as metas de 2011

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010


Todo início de ano é a mesma coisa. Voltamos a pensar no que queremos para o ano que inicia. Conquistas, carreira, academia, dieta, carro novo, viagens, etc...
Comece analisando o que conquistamos daquilo que desejamos no início de 2010?


Na maioria das vezes, este exercício poderia nos trazer frustração, por isso que deixamos esta análise de lado na maioria das vezes, pior, assumimos que por não ter sido capazes de realizar nossos sonhos, aceitamos passivamente "que é assim mesmo. Sempre foi".

Leia a matéria completa...


Na verdade, nossos clientes de coaching de 2010 atingiram 100% do objetivo traçado e nos mostram que existe uma lacuna em nossa vida pessoal e em nossas carreiras que nos impede de persistir no que queremos: baixas habilidades de comportamento.


Na maioria dos casos, percebemos que as pessoas não sabem estabelecer metas com eficiência, muito menos criar um plano eficaz para alcançá-las. Quando indagadas, citam objetivos abstratos, como ter saúde, ser feliz etc...ou então, derramam uma salada desorganizada de pensamentos que formam um conteúdo caótico em vez de um objetivo claro.


Um coach auxilia o coachee a traçar objetivos importantes, possíveis, de forma estruturada. Também o conduz através de perguntas adequadas a analisar o objetivo. Sua especificidade, sua prioridade perante os demais, a mensuração disso, o tempo para cada conquista e principalmente o valor do objetivo para o coachee, ja que é esta a resposta que fará com que o coachee mantenha o foco na conquista e não disperse ou a esqueça.


Nosso Reveillon é tomado de emoções, e sonhamos alto. Muitas vezes não fazemos mais do que isso, sonhar.


Todo projeto de ano precisa fazer parte de um projeto de vida, de longo, médio e curto prazo. E é então que caímos no próximo abismo deste assunto: muitos de nós não se conhecem o suficiente e não sabem exatamente o que querem construir para suas vidas. Então, objetivos mundanos são o suficiente.


Para os que sabem, milhares de eventos acontecem no percurso, que nos fazem ajustar a rota. Mas na verdade, estes eventos acabam nos tirando da rota. Esta é a diferença de quem é protagonista de sua história e de quem é vítima.


É preciso refletir para criar metas. É preciso criar um roteiro lógico e um plano de ação para cada conquista, e depois disso, desenvolver habilidades de comportamento para conquistá-la. Foco, disciplina, planejamento, persistência, organização, etc....são inúmeras, mas só você poderá descobrir qual é pouco desenvolvida em você e qual você precisa para chegar onde deseja.


Para um coach, este processo é simples.


Para as pessoas, é tão complexo que acabamos achando que acontecerá sozinho ou "não era para ser". O universo tem um fluxo, e não se importa com você ou com seus desejos. Entre neste fluxo e ele o ajudará. Sorte é quando preparo e oportunidade se cruzam. E o protagonista está lá. Atento e não adormecido por um monte de coisas sem importância que precisam ser feitas.


Contrate um coach. O investimento valerá a pena, e segundo o ICF ( International Coach Federation ), trará 7 vezes mais retorno para você do que o valor investido. Acredite.

A Arteterapia e o Processo Criativo

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Um aspecto importante quando conceituamos ou trabalhamos com Arteterapia é o processo criativo, visto que, através dos trabalhos plásticos durante o desenvolvimento do trabalho arteterapêutico, o indivíduo entra em contato com seu potencial criativo, com sua capacidade de criar e transformar. Esta força criadora é inata do ser humano e surge a partir de nossa imaginação, desejos ou necessidades. Jung já falava deste impulso criador natural do ser humano a partir da expressão plástica dos conteúdos internos, de imagens do inconsciente, chamando-o de instinto criativo. “Prefiro designar a força criativa como sendo um fator psíquico de natureza semelhante a do instinto” (JUNG apud WOSIACK e BLAUTH, 2007, p. 13).
Este impulso, esta força criadora está certamente aliada à nossa sensibilidade, às percepções e às relações com o mundo interno e externo, bem como, a uma necessidade ou à receptividade que cada um tem, visto que a criatividade se revela à medida que vivenciamos este potencial e que nos abrimos para ele.

Receptivos, estamos atentos, prontos para agir. E nos momentos de inspiração, de insights, quando de repente se interligam sugestões, proposições, avaliações, emoções, e tudo se reformula, vêm-nos uma total presença de espírito e um sentimento de afirmação. Sentimo-nos ativos, e mais participantes do devir (OSTROWER, 1995, p. 19).

Com isso, ainda podemos ver a criatividade como um processo natural e espontâneo ao observar uma criança que desenha e pinta sua lousa ou seu papel de forma livre e solta, desprendida de qualquer limitação ou regra, e dizer então que a criatividade nasce a partir da liberdade de expressão, da sensibilidade e da imaginação ou do simples ato de fazer.
Neste sentido, Fayga Ostrower, em seu livro: Acaso da Criação (1995) fala sobre o processo criativo de dois grandes mestres da arte e da música como:

Wolfang Amadeus Mozart (1756-1791) - Quando estou só, inteiramente só, e de bom humor, digamos viajando numa carruagem, ou passeando depois de uma boa refeição, ou durante a noite quando não consigo dormir, é nestas ocasiões que as idéias fluem melhor e mais abundantemente. De onde vêm e como, nada sei, nem posso forçá-las.
Pablo Picasso (1880-1972) - “O importante na arte não é buscar, é poder encontrar”.

E complementa falando do acaso como um catalisador de potencialidades e de estímulos para a criatividade.

No instante mesmo em que o acaso surge em nossa atenção, já o imbuímos de conteúdos existenciais, ligando-o a certos desejos e esperanças, a uma razão íntima e plenamente significativa para o nosso ser ( OSTROWER, 1995, p. 7).

Baseado nisso podemos dizer que o maior acaso de nossas vidas é nossa própria existência, nossa própria criação e formação, logo nossas potencialidades, nosso modo de sentir e perceber o mundo e as sensações que ele nos oferece relacionando-o com os conteúdos internos que trazemos, faz-nos sair e ir em busca de outros acasos que nos tornarão seres mais capazes de criar e transformar.
Desta forma, Fayga Ostrower, considera a arte: [...] “um caminho válido para as pessoas se desenvolverem através de sua sensibilidade, conscientizarem-se e conhecerem a realidade de sua vida e a do mundo externo”(1995, p.12).

E com isso concluímos que, assim como na arte, o processo criativo é um fator de extrema importância nos trabalhos arteterapêuticos, pois auxilia no resgate e reconhecimento do potencial interno de cada um, da força criadora que todos temos, sendo capazes de transformar e modificar até mesmo a história de nossas vidas.

Este texto foi retirado da monografia:
ARTETERAPIA: UMA ATENÇÃO CRIATIVA FRENTE ÀS SINGULARIDADES HUMANAS - Autora: Josiane
que se encontra no acervo da biblioteca virtual da Universidade Feevale-
www.feevale.br

Rio, lição de cidadania e exemplo para o mundo dos negócios

domingo, 28 de novembro de 2010

Se as empresa fizéssem o mesmo que o governo e a Polícia no episódio do Rio, teríamos real chance de crescimento sustentável e de passar a fazer parte dos países de primeiro mundo
Mais uma vez ficou comprovado que quem promove mudança é a comunidade, apoiada por pessoas corajosas, que assumem riscos , responsabilidades, planejam e mantém o foco no que precisa ser feito independente de qualquer obstáculo.
Comunidades engajadas apoiando órgãos públicos unidos por uma mesma causa, sem o tão conhecido jogo de poder, comando e controle , tornam-se capazes de ganhar qualquer guerra.
Fazendo uma analogia com o mundo empresarial, percebemos que a dinâmica segue uma rota parecida.
Altos executivos no comando disputando poder e controle, minados por uma vaidade individual imensa, comandam tropas completamente perdidas e impotentes, que não tem o apoio da grande população.
Estratégia de guerra são inspirações para estratégias de negócio, mas o foco deste artigo é comportamento.
Se os executivos se unirem, como fizeram os três poderes no Rio, altos comandos apoiarem a causa maior incondicionalmente e a população se aliar a esta força, grandes mudanças acontecerão. No universo dos negócios, teremos cada vez mais fusões, aquisições, IPOs, novas oportunidades para atender a demanda do crescimento.
Minha pergunta é: isto tudo é sustentável, ou depois que passarmos dos eventos de 2014 e 2015 voltaremos um passo para trás?
A base de todas estas mudanças tem alguns pilares básicos, entre eles comportamento, individual, coletivo e sistêmico, e modelos de gestão. Precisamos aprender uma nova atitude, cidadã, engajada, compartilhada, onde pensamos primeiro no todo depois em nós mesmos. Altos executivos precisam mudar o modelo mental para gerir os grandes negócios. Como? Esta é nossa proposta.
O que para as empresas é um problema para nós é a solução.

Weigel Coaching
Desenvolvimento de negócios, pessoas e organizações.

O problema não está nas equipes e sim na liderança e no modelo de gestão