Leia mais sobre esta novidade da Weigel Coaching no link http://weigelcoaching.blogspot.com/p/coaching-de-carreira.html
Formação de coaches internos
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
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Pessoas não são incompetentes, são mal administradas
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
"Coaching é muito mais do que contratar um coach. É investigar causas , entender comportamentos e definir estratégias simples e eficazes de abordagem e desenvolvimento. A cultura de coaching fará parte de nosso cotidiano em todos os níveis." Jaqueline Weigel
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AUTOCONHECIMENTO, DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E CARREIRA
domingo, 23 de janeiro de 2011
Ao longo do desenvolvimento da humanidade a identidade humana foi esquecida ou até mesmo perdida, pois hoje assim como em séculos atrás nos deparamos em uma busca frenética pela nossa identidade, em que muitos de nós estamos se perguntando:
"A importância do autoconhecimento ao longo da vida de cada pessoa reflete diretamente nas escolhas e na futura carreira do profissional, pois atualmente ser considerado um talento para a organização significa não ter apenas habilidades técnicas mas principalmente saber reconhecer e lidar com suas emoções no alcance do melhor desempenho e da excelência profissional."
40- VOCÊ BUSCA PERFEIÇÃO OU EXCELÊNCIA?
sábado, 22 de janeiro de 2011
Contam que à beira-mar um jovem perguntou ao seu mestre zen qual o sentido da linha do horizonte. O velhinho respondeu que ela só existe para lembrar que a perfeição é uma ilusão, palidamente imaginável mas verdadeiramente impossível e, assim sendo, estimula em cada ser humano sua capacidade de ser humilde.
O escritor uruguaio Eduardo Galeano alicerça esse pensamento, propondo uma analogia entre o horizonte e a utopia, e fala de uma outra utilidade: "A utopia está lá no horizonte. Eu me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isto: para que eu não deixe de caminhar".
Foto: Kau Mascarenhas / Série Paz-sagens / Barco em Floripa
De fato, a perfeição é uma utopia útil ao nosso processo contínuo de evolução.
É profundamente inspirador saber que sempre haverá algo novo a aprender, uma dimensão maior de felicidade a alcançar, um patamar de crescimento superior a atingir.
A orientação de Jesus “sede perfeitos como o Pai é perfeito” pode ser compreendida como um chamado, um incentivo. Entretanto será profundamente equivocada a atitude daquele que se arvorar a alcançar perfeição absoluta, considerando essas palavras como um comando factível de ser obtido numa única encarnação.
O perfeccionismo de acordo com diversos pensadores, sejam eles pertencentes às escolas psicológicas ou mestres de estradas espirituais, produz mais dores que benefícios.
Listo aqui algumas características do perfeccionista clássico:
- Intolerância com aqueles que não alcançam os padrões previamente definidos como perfeitos;
- Ansiedade crônica e grande stress por conta da auto-crítica excessivamente severa;
- Desânimo, e falta de motivação para arriscar e tomar iniciativa, por conta do medo de não acertar (“prefiro não fazer do que arriscar fazer de forma imperfeita”);
- Estabelecimento de posturas internas auto-punitivas, formas de pensamento torturantes que chegam a se concretizar em doenças no corpo físico.
Quando se trata de aspectos relacionados ao âmbito moral, esse processo se mostra ainda mais sério levando o perfeccionista a sofrer demasiadamente como se não fosse digno de uma vida feliz e de obter sucesso.
Muitas vezes o perfeccionista sofre de um grande complexo de superioridade e atribui aos seus critérios o status de divinos, ou seja, ele se considera capaz de dizer o que é bom ou ruim, certo ou errado, perfeito ou imperfeito. Pode ser que, paradoxalmente, mesmo se mostrando em atitude humilde, carregue em si uma forte vaidade que não lhe permite a possibilidade de errar. Não admite a mais simples idéia de ser admoestado ou criticado e, assim sendo, prefere não fazer algo uma vez que exista algum risco, mesmo remoto, de não atender aos padrões vigentes ou previamente por ele estipulados.
O mais curioso é que alguns perfeccionistas passam um bom tempo sem errar pelo fato de não agir, já que temem a imperfeição. Assim eles não erram, mas nunca aprendem. Normalmente são seres em cujas vidas se notam muitas omissões, e poucas realizações.
Há, entretanto, muitas pessoas empreendedoras que se dizem perfeccionistas.
Ouso afirmar que na verdade não o são.
São meticulosos, atentos à qualidade, enérgicos na busca de sucesso, e muito comprometidos com seus propósitos. Mas não os chamo de perfeccionistas.
Tenho um outro nome para essas pessoas que atingem grande sucesso em diversos âmbitos e que estimulam o crescimento de quem as cerca com seus grandes feitos.
São os “buscadores da excelência”.
Um buscador da excelência sabe que perfeição é algo absolutamente relativo, por isso prefere definir alguns padrões que podem representar sucesso em seus papéis de pai ou mãe, filho, cidadão, profissional, companheiro, cristão e amigo, e segue esses padrões.
Ele está igualmente convicto de que esses padrões podem mudar, já que sobre todos nós age uma lei inexorável que é a Lei da Evolução.
Aquilo que é um bem hoje poderá se constituir num mal amanhã.
Assim sendo, os padrões de excelência são mutáveis. Eles também evoluem.
O perfeccionista quer manter em mente a idéia de uma regra absoluta para as formas de conduzir sua vida.
O buscador da excelência, no entanto, está aberto a mudar de idéia e tem todo o direito de agir de acordo com cada contexto em que esteja inserido.
O perfeccionista pode se utilizar de inúmeras máscaras por conta da imagem rígida que criou para si mesmo.
Não quer ser visto pelos outros de uma forma “menor”, e assim joga em sua sombra uma série de falhas, equívocos e incongruências. Características que ele não aceita em si precisam ser escondidas.
O buscador da excelência, por sua vez, reconhece a sua humanidade e está disposto a aprender com seus erros e, se fica evidente algum deles, procura reorganizar-se, tirar daí a melhor lição, corrigir o que for possível e não repetir a falha. Sem auto-punição, sem crises de consciência, sem dores injustificáveis.
Em meu trabalho costumo sugerir que as pessoas saiam do arrependimento vazio e partam para um trabalho mental que se chama “editar a fita”.
Reveja aquele comportamento que você não considera interessante com olhos amorosos. Perceba que fez aquilo muito mais por ignorância que por maldade. Perdoe-se sinceramente e em seguida edite a fita, ou seja, reconstrua na mente a forma mais interessante de agir. Use o poder mental que se assemelha ao de um possível cineasta que ao mesmo tempo fosse autor-roteirista-diretor-cinegrafista-ator. Reconstrua na mente toda a cena de maneira melhor, tomando as atitudes mais interessantes, e arquive dentro da mente essa nova “ocorrência”. Numa situação futura semelhante àquela seu cérebro terá um arquivo a mais, bastante positivo, para tomar como referência.
Quem pode dizer o que é a perfeição? Aquilo que para mim é perfeito, para você pode nem ao menos ser aceitável.
Foto: Kau Mascarenhas / Série Paz-sagens / Barco em Floripa
E se imaginarmos a diversidade cultural que engloba os seres humanos no que diz respeito ao entendimento do que é moral, bom, valioso e ético nos diversos países, a complexidade dessa questão se torna ainda maior.
Perfeição, portanto, é uma realidade inatingível para nós que somos humanos. A dimensão da perfeição pertence ao divino. Excelência, no entanto, é uma busca feliz de nossa natureza humana.
Existe uma figura lendária chamada “famaliá”. Trata-se de um pequeno demônio que se for preso numa garrafa atende a todos os pedidos do seu dono, tornando realidade qualquer um dos seus desejos.
No entanto, algumas correntes de estudo dessa lenda dizem que o famaliá na verdade detesta a perfeição e, por conta disso, o seu possuidor deve dar um jeito de fazer algum pequeno defeito existir em cada desejo concretizado. Por exemplo, se ele pede uma casa maravilhosa ao seu diabinho, que dê um jeito de criar uma pequena rachadura em alguma vidraça, ou uma sujeirinha no tapete ou, quem sabe, desfie um pedacinho da cortina. Dessa forma o famaliá não será agredido pela perfeição. Caso contrário ele pode se irritar e destruir tudo.
A mitologia grega também aponta o aparecimento de castigos severos àqueles que se dispõem a desafiar os deuses querendo trazer para o mundo uma perfeição que é encontrada apenas entre os habitantes do Olimpo.
Psiquê, por exemplo, sofreu terríveis agruras com os desafios e torturas impostos por Afrodite, somente por ser uma mortal detentora de uma beleza perfeita. Assim, despertou ciúmes e gerou mágoa na deusa.
Algumas pessoas adoram exaltar sua família perfeita, sua casa perfeita, seu cônjuge perfeito, sua saúde perfeita. Exaltam seu estilo de vida, suas posses e a excelsitude de tudo o que possuem e dos que as cercam. É como se vivessem num conto de fadas eterno no qual não pode haver qualquer ponto negativo. Quem sabe estão cegas às pequenas ou grandes imperfeições que se caracterizam como absolutamente normais em se tratando da vida humana.
Se é desagradável ouvir alguém falar demasiadamente que tudo é perfeito em sua existência, imagine o quanto igualmente é cansativo escutar o extremo oposto. Também não é nem um pouco sadio. É muito difícil estar ao lado de alguém que vive acreditando que nada presta em seu mundo. Coitado de quem se aproxime de uma pessoa dessas e faça um inocente cumprimento perguntando “como vai você?”. Terá que suportar uma avalanche de queixumes nos quais o outro exporá todas as suas mazelas.
Portanto, evoco a importância de se perceber que somos todos humanos e que é natural existirem aspectos não muito angelicais em nossa realidade de seres em processo evolutivo, e de que em nossas vidas podem estar situações que merecem receber energia transformadora.
Mesmo imperfeitos e vivendo num mundo imperfeito, que sejamos felizes e capazes de mudar para melhor, percebendo que já possuímos dentro de nós e ao nosso redor tudo de que precisamos para uma vida plena e feliz.
E as coisas só podem ser resolvidas se tivermos a ousadia de encará-las, ao invés de escondê-las sob o tapete.
Parece-me inclusive que quanto mais ficamos ansiosos em parecer perfeitos, mais os erros se sucedem.
E muitas vezes aquilo que parece imperfeito é justamente o que vai mais encher nossa vida de valor pelo inusitado, pelo surpreendente, pelo criativo.
Na arte humana podemos perceber isso, bem como na própria natureza.
Uma obra de Picasso que mostra um rosto deformado propõe corajosamente uma beleza diferente, antes de tudo pela própria atitude do artista rompendo regras e padrões clássicos pré-definidos.
Uma pérola barroca se destaca por não ser lisa nem absolutamente redonda como as suas irmãs.
Sim, o horizonte existe e está lá, a nos inspirar. E sabendo que é inatingível, podemos nos colocar em atitude respeitosa no que tange ao ritmo da nossa jornada evolutiva.
É importante continuarmos sempre aprendendo, mudando e crescendo, ao mesmo tempo em que nos tornamos flexíveis para perceber que a idéia absoluta de perfeição não existe.
O valor que você tem está, antes de tudo, no fato de você ser como você é.
O que buscamos em nossas carreiras?
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Gestores precisam desenvolver pessoas. Líderes precisam inspirar sua equipe
Porque líderes precisam ser grandes coaches?
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Não, porque o papel de um coach externo continuará sendo fundamental especialmente para alta gerência.
Você está satisfeito com seu trabalho? Onde deseja estar daqui a 10 ou 20 anos? Participe de nossa Oficina de Coaching.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Sabemos que cada vez mais os profissionais terão que assumir a responsabilidade por suas carreiras. O modelo paternalista, onde inicialmente os pais depois as empresas influenciam em nossas decisões de carreira está enfraquecido. Com as novas gerações, já percebemos de forma real que as "rédeas" da carreira devem estar nas mãos do próprio profissional, que passará a encarar o assunto de outra forma. Metas de longo prazo, significado, talentos, valores individuais, desenvolvimento, crescimento, mudanças. Todos estes itens farão parte de uma reflexão periódica.
I – Definição dos objetivos de carreira
• Longo prazo, médio prazo e curto prazo
• Talentos individuais
III – Estratégia e planejamento
• Análise do cenário atual
Fundamentos: Integrated Coaching Institute, International Coach Federation
Nome do coaches facilitadores: Jaqueline Weigel , Thalita Posella e Lucia Duque
Local: Rua do Rócio, 288 - Vila Olímpia - SP
Carga Horária: 10 horas em 6 semanas. (5h em grupo, 4h em sessão individual e 1h sessão de fechamento em grupo)
Datas da primeira turma:
31 de janeiro de 2011, das 19 às 22h - sessão em grupo
03 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 1 - 60 min
08 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 2 - 60 min
10 de fevereiro de 2011 - das 19 às 21h - sessão em grupo
14 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 3 - 60 min
17 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 4 - 60 min
21 de fevereiro de 2011 - Das 19 às 20h - encerramento em grupo - 60 min
* Envio de relatório de avaliação de resultados 10 dias após o encerramento
Turmas de março e maio aceitando lista de interessados
Valor por pessoa: 4 x 625,00
Nossa coach dá dicas sobre metas para 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Antes de pensar no futuro, pode ser interessante analisar o ano que passou. “Quais foram os planos de 2010? Em quais você teve sucesso? Em quais não e por quê? Além disso, é impotante ficar atento e entender que sem um planejamento claro e objetivo, com base em dados sólidos, é comum profissionais e empresas dispersarem no meio do caminho”.
O seu emprego é só trabalho ou faz parte da sua identidade?
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
39- MENSAGEM EVOLUTIVA: BRINCANDO COM "SEMPRES" E "NUNCAS"
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Olá, amigos!
Abraços grandões, beijos com paz e meu desejo de muita felicidade em 2011!!!
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Uma Mensagem Evolutiva: Brincando com “Sempres” e “Nuncas”
(de Kau Mascarenhas)
Nunca se compare com os outros, não se considerando melhor ou pior que qualquer pessoa. Mas sempre trabalhe para perceber que seu Eu de hoje é mais pleno que o seu Eu de ontem. Crescer a cada dia com tudo o que acontece é abrir espaço para progresso e felicidade.
Sempre que surgir uma adversidade busque qual é a semente de benefício que ali se esconde. Entretanto nunca faça de conta que o mundo é cor-de-rosa. Antes de ressignificar é valioso tomar consciência.
Nunca duvide que o poder e todos os recursos, já se encontram dentro de você. Contudo sempre que for importante saiba pedir ajuda. Na condição de seres humanos que somos, a humildade de se mostrar frágil permite agigantamento em comunhão.
Sempre abra espaço para a dúvida. No entanto nunca desmereça algumas certezas. Há crenças valiosas que alicerçam nosso existir como a de que vale confiar no futuro, construindo-o com atitudes e pensamentos positivos no presente.
Nunca dê importância demasiada às coisas feias que falarem de você. Todavia, sempre é bom escutar o que dizem a seu respeito. Às vezes os pontos que merecem mudança em nós são vistos mais facilmente por quem não gosta muito de nós.
Sempre seja sincero e diga o que pensa. Mas nunca use a honestidade como ferramenta para derrubar quem está do seu lado. Pode ser que a dureza ferina da forma como você fala machuque tanto, que se torna perdida a verdade impulsionadora do seu conteúdo.
Nunca divulgue os aspectos negativos que vê nos outros. Entretanto sempre seja capaz de discernir o que é comportamento modelo ou anti-exemplo. As atitudes anti-éticas, mesmo que mil vezes repetidas, continuam inaceitáveis.
Sempre coloque o seu melhor em tudo o que produz. Contudo nunca exija perfeição ou se autoflagele quando algo não sair como você deseja. Perfeccionismo é mais uma doença que impede crescimento do que qualidade geradora de excelência.
Nunca se deixe abater diante das dores alheias. No entanto sempre seja capaz de se colocar no lugar do outro, imaginando o que ele sente. Empatia e compaixão são virtudes que quanto mais se expandirem no mundo farão dele um lugar melhor pra se viver.
Sempre seja você mesmo. Todavia nunca deixe de mudar. As cascas que nos envolvem podem cair a toda hora para deixar surgir um ser mais pleno e luminoso. Evoluir é possibilidade diária e convite eterno da Vida.
Nunca desista. Mas sempre respeite seu próprio ritmo. Mude as estratégias para alcançar seus objetivos e reconheça quando alguns dos seus desejos já se encontram mofados. E sobretudo: saboreie cada dia, cada passo, cada instante, cada pedaço do caminho.
Foto de Kau Mascarenhas: Porta Aberta em Veneza
38- Mudando de Idéia Sobre o Amor: Natal no Coração
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
(também em nossa rede social: http://www.mudandoparamelhor.ning.com/)
Foto: Kau Mascarenhas / série Paz-saros. Dois pardais compartilhando pão na neve. New York City
Mudando de Idéia Sobre o Amor: Natal no Coração
(por Kau Mascarenhas)
Um dia achei que poderia viver sozinho. “Antes só que mal acompanhado”. Tempos depois percebi que dormir e acordar sem ter em quem pensar faz nossos dias serem menos iluminados. Mudei. Trouxe alguém pro meu lado.
Um dia pensei que era maduro o suficiente para não me sentir magoado. “Sou crescido, forte e posso lidar com tudo”. Logo depois percebi que meu coração chorava e gritava; nunca foi mudo. Cresci. E na escola da emoção ainda estudo.
Um dia vi que sobre meus sentimentos eu tinha construído um escudo. “Para que me expor?” Notei aos poucos que tudo o que sinto se mostra com luz, brilho e muita cor. Evoluí. E percebi na minha transparência um grande valor.
Um dia imaginei que ter um relacionamento era causa de grande temor. “Para que devotar sentimento sem a garantia do que o outro oferece?” Logo notei que simplesmente amar já pode ser um bom ensaio. Compreendi. No puro exercício do amor a alma cresce.
Um dia acreditei que, em se tratando de amor, de nada adiantariam minhas preces. “Cuide das coisas da Terra e Deus cuidará do universo transcendente. ” Então a vida me surpreendeu premiando meu coração crente. Amadureci. Vi que uma alma em paz com o Alto atrai outro coração sorridente.
Um dia considerei que as angústias do passado sempre assombrariam meu presente. “As feridas cicatrizam mas não somem com a idade”. O amor retornou e confiei. Quando abri minha porta outra vez a cura aconteceu de verdade.
Um dia achei que somente os iguais podem encontrar, juntos, a felicidade. “Semelhante atrai semelhante”. Entretanto, de forma adorável algumas diferenças se mostraram muito interessantes. Aprendi. A construção da ponte entre os diversos é ação amorosa energizante.
Um dia ensinei que o amor ao outro era o afeto mais importante. “Ames o teu próximo como amas a ti mesmo”. Jesus, entretanto, apontava outra direção com insistência. Reconsiderei. Ele na verdade salientava a auto-estima como amor-referência.
Um dia imaginei a presença do outro como base para minha existência. “Somos metades que se completam”. A maturidade me trouxe nova percepção. Enfim compreendi. Indivíduos inteiros é que se agigantam mais facilmente em comunhão.
Um dia pensei que para ter felicidade bastaria viver uma paixão. “Quem é feliz no amor tem tudo”. Afastei-me de amizades verdadeiras para me emparedar no relacionamento. Caí. O amor não deve afastar outros amores e sim promover seu fortalecimento.
Um dia achei que amar era uma espécie de acorrentamento. "Quem ama abre mão da liberdade". Desconsiderei a expansão que só é construída quando estamos de mãos dadas. Murchei. Mais tarde renasci quando minha alma se viu com outra abraçada.
Um dia, dois dias, três dias. Um ano. Uma década. Uma vida aproveitada ou desperdiçada. Crenças sobre o amor vêm e vão, como borboletas bailando no verão. Muitas mudaram e continuam mudando, outras já são parte de nós como se fossem as raízes do nosso coração. Quando se trata de sentimento não reagiremos aos fatos e sim àquilo em que acreditamos, tenhamos razão ou não.
Que possamos exercitar flexibilidade, empatia e compaixão. Ser feliz é antes de tudo confiar e lançar-se. O amor não apenas nos convida. Ele nos grita e pede atenção. Que saibamos dizer sim a esse feliz chamado. Com muita esperança e intensa gratidão.
Mesmo banalizado, a procura por coaching triplica no mercado executivo
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
O que faz um profissional pensar em transição.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Debate descarta o “Apagão de Talentos” e atribui o problema às formas de contratação e gestão
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O bate papo ocorreu por meio de uma rede social para profissionais, o LinkedIn, e teve a participação de 20 núcleos de RH. Para Jaqueline Weigel, senior coach e diretora geral da Weigel Coaching, o chamado “Apagão de Talentos” nunca existiu, o problema está no modelo de recrutamente e seleção e consequentemente gestão. “Toda pessoa tem potencial a ser explorado. Basta saber apertar os botões certos para despertar este talento. Quando um funcionário está no local errado, em função inadequada, ele tem seu talento inibido e não produz como deveria. Além disso, gerenciá-lo mal resulta em fazê-lo desempenhar muito abaixo do esperado”, afirmou.
Além do modelo arcaico, que exige demais, paga pouco e não consegue absorver o máximo do potencial dos funcionários, outros assuntos foram abordados no debate. Entre os principais está o sistema de contratação que preza pelo chamado “modelo da caixinha”, que supervaloriza profissionais com currículos gabaritados. “O profissional com universidade boa, MBA, cursos e experiência são excessivamente valorizados pelos RHs. Formação é necessária, mas não significa conhecimento e capacidade ”, explicou Jaqueline Weigel.
Segundo a executiva, os participantes do debate concluíram que o modelo de contratação atual também favorece a inibição do talento. “As empresas precisam mudar a forma de contratação e aprender a formar profissionais. Além disso, é preciso investir no talento, incentivá-lo e oferecer oportunidades que atraiam esse potencial”, afirmou.
De acordo com estudos complementares da Weigel Coaching, esse panorama tem feito os profissionais migrarem para o negócio próprio justamente por não encontrarem no mercado atual um modelo que favoreça sua evolução. “A política do ‘100 para mim, um para você’ e a perspectiva de terminar uma carreira com uma pequena aposentadoria levaram executivos, de todas as idades, a procurarem outras alternativas. Tudo isso resulta, na realidade, em uma evasão de talentos das empresas”, concluiu Jaqueline.
O estilo e a popularidade do líder não importam e sim como influenciam pessoas para atingir resultados
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
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| LIDERAR NÃO É COMANDAR OU CONTROLAR |
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37- SEMENTE PAZ
sábado, 4 de dezembro de 2010
Série Paz-saros: gaivota na Florida / Foto de Kau MascarenhasCerta feita conversando com a amiga Liane Pinto, psicóloga, ouvi um interessante episódio sobre um encontro seu com a paz. Ela me contava que foi a um grande auditório assistir a uma palestra com certo lama tibetano.
Em sua maioria, tratava-se de gente das áreas do desenvolvimento humano, espiritualidade, psicologia, ou interessados em meditação e cultura oriental.
A princípio, diria-se que deveriam ser pessoas bastante zen.
Ao contrário, era notável o rebuliço interior em que se encontravam. E externamente isso se refletia no comportamento, nas conversas que desenvolviam com as pessoas das poltronas ao lado e dos movimentos corporais agitados.
No momento em que o palestrante surgiu no palco todos serenaram um pouco e fizeram silêncio. “Nossa! Quanta coisa importante sobre a paz aquele homem poderia trazer! Quantas informações valiosas ele iria oferecer!”. Provavelmente era isso que tinham em mente.
O homem, vestido com exótico traje de cor laranja, olhou para a audiência e sorriu de forma tranqüila e doce, movimentando-se lentamente, dirigindo devagar o corpo para toda a extensão do auditório.
E só.
Passou um minuto sorrindo para as pessoas. O tempo passou e aquele tempo começou a parecer interminável. Entrou no segundo minuto sem dizer uma única palavra, apenas sorrindo e olhando para todos.
E só.
A inquietação de alguns começou quando, após perceberem que já havia se passado quase dez minutos, e o guru só fazia sorrir, ou às vezes entoar um mantra.
Houve aqueles que começaram a se mexer nas poltronas, outros cutucaram a pessoa ao lado e comentaram algo, outros foram além e, num impulso de insatisfação ou falta de entendimento da situação, deixaram o auditório.
Entretanto, aqueles que resistiram e ficaram, puderam saborear em cerca de trinta minutos de sorrisos, uma preleção diferente e valiosíssima sobre a paz e a sua importância no mundo que começa em nossos próprios corações, no próprio aquietamento da alma. Isso fez com que minha amiga tivesse momentos de grande tranqüilidade e um genuíno encontro com a paz interior.
É bastante fácil condenar criminosos, julgar políticos corruptos e amaldiçoar os líderes das nações em guerra. O maior desafio, contudo, será observar a violência das nossas atitudes diárias em palavras ações e pensamentos, e transformar esse estado.
Se é tão difícil ficarmos algum tempo apenas sorrindo, em paz, ou vendo alguém fazer isso, abrindo mão momentaneamente da profusão interior de pensamentos e julgamentos, como poderemos ter a tranqüila contemplação do exterior, capaz de nos deixar viver cada instante com maior tranqüilidade?
Estar em paz comigo mesmo me leva a estar em paz com o outro. E isso não tem a ver com o ambiente externo.
O escritor e conferencista Roberto Shinyashiki costuma falar que podemos ser um “Buda no shopping center” querendo sugerir a busca do bem-estar e da paz interior mesmo que estejamos em meio a turbulências exteriores.

Combinando perfeitamente com essa idéia, há uma antiga história que narra certa competição entre artistas que deveriam pintar um quadro sobre a paz.
Muitos se espantaram quando viram a pintura vencedora. Era justamente aquela que trazia a imagem de um mar revolto com ondas se chocando no paredão rochoso de uma falésia.
Certa indignação surgiu por parte dos que acompanhavam a disputa, pois lá estavam representadas diversas imagens bucólicas de flores salpicadas em veredas, montanhas emoldurando lagos azuis, campinas verdejantes, ou trigais beijados pelo vento. O que fez justamente aquela pintura com cena tão tumultuada ganhar o prêmio?
Até que os juízes revelaram o porquê de sua escolha: na pintura do mar atormentado por furacão, com ondas poderosas açoitando o rochedo havia, de forma pouco visível, numa das pedras, um singelo ninho onde pássaros calmamente alimentavam seus filhotes. A paz pode estar num contexto de grande perturbação do ambiente exterior.
Albert Einstein, tão conhecido pela sua devoção à ciência, era um pacifista ardoroso, e deu ao mundo importante contribuição nesse sentido.
Não apenas dava aulas e palestras sobre física, criava fórmulas e mergulhava em pesquisas, mas redigia cartas a presidentes com teor pacifista, encabeçava manifestos pelo desarmamento e fazia conferências onde apontava caminhos para uma paz sustentável.
Einstein fazia a sua parte, e ele era um homem muito ocupado. Cada um de nós também pode fazer algo.
Um de seus célebres aforismos diz: “Penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio: eis que a verdade se me revela.”
Talvez seja esse um caminho. Plantar a semente da paz em nosso interior, aquietando a alma, entrando em calmaria emocional, pedindo licença ao pensamento.
E ir além.
Hoje parece não bastar que a paz seja plantada; é importante também que seja cultivada, cuidada, alimentada diariamente. Sejamos jardineiros da paz.
Contrate um coach para conquistar as metas de 2011
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Todo início de ano é a mesma coisa. Voltamos a pensar no que queremos para o ano que inicia. Conquistas, carreira, academia, dieta, carro novo, viagens, etc...
Comece analisando o que conquistamos daquilo que desejamos no início de 2010?
Na maioria das vezes, este exercício poderia nos trazer frustração, por isso que deixamos esta análise de lado na maioria das vezes, pior, assumimos que por não ter sido capazes de realizar nossos sonhos, aceitamos passivamente "que é assim mesmo. Sempre foi".
Leia a matéria completa...
Na verdade, nossos clientes de coaching de 2010 atingiram 100% do objetivo traçado e nos mostram que existe uma lacuna em nossa vida pessoal e em nossas carreiras que nos impede de persistir no que queremos: baixas habilidades de comportamento.
Na maioria dos casos, percebemos que as pessoas não sabem estabelecer metas com eficiência, muito menos criar um plano eficaz para alcançá-las. Quando indagadas, citam objetivos abstratos, como ter saúde, ser feliz etc...ou então, derramam uma salada desorganizada de pensamentos que formam um conteúdo caótico em vez de um objetivo claro.
Um coach auxilia o coachee a traçar objetivos importantes, possíveis, de forma estruturada. Também o conduz através de perguntas adequadas a analisar o objetivo. Sua especificidade, sua prioridade perante os demais, a mensuração disso, o tempo para cada conquista e principalmente o valor do objetivo para o coachee, ja que é esta a resposta que fará com que o coachee mantenha o foco na conquista e não disperse ou a esqueça.
Nosso Reveillon é tomado de emoções, e sonhamos alto. Muitas vezes não fazemos mais do que isso, sonhar.
Todo projeto de ano precisa fazer parte de um projeto de vida, de longo, médio e curto prazo. E é então que caímos no próximo abismo deste assunto: muitos de nós não se conhecem o suficiente e não sabem exatamente o que querem construir para suas vidas. Então, objetivos mundanos são o suficiente.
Para os que sabem, milhares de eventos acontecem no percurso, que nos fazem ajustar a rota. Mas na verdade, estes eventos acabam nos tirando da rota. Esta é a diferença de quem é protagonista de sua história e de quem é vítima.
É preciso refletir para criar metas. É preciso criar um roteiro lógico e um plano de ação para cada conquista, e depois disso, desenvolver habilidades de comportamento para conquistá-la. Foco, disciplina, planejamento, persistência, organização, etc....são inúmeras, mas só você poderá descobrir qual é pouco desenvolvida em você e qual você precisa para chegar onde deseja.
Para um coach, este processo é simples.
Para as pessoas, é tão complexo que acabamos achando que acontecerá sozinho ou "não era para ser". O universo tem um fluxo, e não se importa com você ou com seus desejos. Entre neste fluxo e ele o ajudará. Sorte é quando preparo e oportunidade se cruzam. E o protagonista está lá. Atento e não adormecido por um monte de coisas sem importância que precisam ser feitas.
Contrate um coach. O investimento valerá a pena, e segundo o ICF ( International Coach Federation ), trará 7 vezes mais retorno para você do que o valor investido. Acredite.
A Arteterapia e o Processo Criativo
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Este impulso, esta força criadora está certamente aliada à nossa sensibilidade, às percepções e às relações com o mundo interno e externo, bem como, a uma necessidade ou à receptividade que cada um tem, visto que a criatividade se revela à medida que vivenciamos este potencial e que nos abrimos para ele.
Receptivos, estamos atentos, prontos para agir. E nos momentos de inspiração, de insights, quando de repente se interligam sugestões, proposições, avaliações, emoções, e tudo se reformula, vêm-nos uma total presença de espírito e um sentimento de afirmação. Sentimo-nos ativos, e mais participantes do devir (OSTROWER, 1995, p. 19).
Com isso, ainda podemos ver a criatividade como um processo natural e espontâneo ao observar uma criança que desenha e pinta sua lousa ou seu papel de forma livre e solta, desprendida de qualquer limitação ou regra, e dizer então que a criatividade nasce a partir da liberdade de expressão, da sensibilidade e da imaginação ou do simples ato de fazer.
Neste sentido, Fayga Ostrower, em seu livro: Acaso da Criação (1995) fala sobre o processo criativo de dois grandes mestres da arte e da música como:
Wolfang Amadeus Mozart (1756-1791) - Quando estou só, inteiramente só, e de bom humor, digamos viajando numa carruagem, ou passeando depois de uma boa refeição, ou durante a noite quando não consigo dormir, é nestas ocasiões que as idéias fluem melhor e mais abundantemente. De onde vêm e como, nada sei, nem posso forçá-las.
Pablo Picasso (1880-1972) - “O importante na arte não é buscar, é poder encontrar”.
E complementa falando do acaso como um catalisador de potencialidades e de estímulos para a criatividade.
No instante mesmo em que o acaso surge em nossa atenção, já o imbuímos de conteúdos existenciais, ligando-o a certos desejos e esperanças, a uma razão íntima e plenamente significativa para o nosso ser ( OSTROWER, 1995, p. 7).
Baseado nisso podemos dizer que o maior acaso de nossas vidas é nossa própria existência, nossa própria criação e formação, logo nossas potencialidades, nosso modo de sentir e perceber o mundo e as sensações que ele nos oferece relacionando-o com os conteúdos internos que trazemos, faz-nos sair e ir em busca de outros acasos que nos tornarão seres mais capazes de criar e transformar.
Desta forma, Fayga Ostrower, considera a arte: [...] “um caminho válido para as pessoas se desenvolverem através de sua sensibilidade, conscientizarem-se e conhecerem a realidade de sua vida e a do mundo externo”(1995, p.12).
E com isso concluímos que, assim como na arte, o processo criativo é um fator de extrema importância nos trabalhos arteterapêuticos, pois auxilia no resgate e reconhecimento do potencial interno de cada um, da força criadora que todos temos, sendo capazes de transformar e modificar até mesmo a história de nossas vidas.
Este texto foi retirado da monografia:
ARTETERAPIA: UMA ATENÇÃO CRIATIVA FRENTE ÀS SINGULARIDADES HUMANAS - Autora: Josiane
que se encontra no acervo da biblioteca virtual da Universidade Feevale-
www.feevale.br













