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Mostrando postagens com marcador gestão. Mostrar todas as postagens
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Um workshop ousado para sua empresa: COMO SER FELIZ NO TRABALHO

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Empresas felizes são mais rentáveis!

Nossos coaches entram em sala para ensinar colaboradores a construir este caminho! 
Criar um ambiente saudável, aumentar os níveis de satisfação dos colaboradores, produzir frente à pressão do crescimento, compartilhar responsabilidades. Não haverá momento perfeito, cenário perfeito ou empresa dos sonhos.

Hora de ser feliz com o que existe:


Entre em contato: 51 3902 0843 | 11 3037 7218
contato@weigelcoaching.com.br

Puc Minas tem pós em Gestão de Marcas

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014


Sabe um curso de Pós-Graduação pioneiro na área, com professores bem práticos e que acrescentam realmente muito conhecimento à sua carreira?

Pois este é o curso de GESTÃO DE MARCAS da PUC-MG. Venha estudar com a gente.

Inscrições: http://bit.ly/1f3FdTf


Gestores do modelo "chefe" passam a ser desvantagem competitiva para os negócios

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Líderes querem fazer diferença, mas o segredo está em pensar diferente
Jaqueline Weigel - Coach Executiva, PCC


Líderes distantes de pessoas são modelos ultrapassados. Escutar as pessoas, coletar informações em todos os níveis e então tomar decisões. Este é o formato atual.
Não é mais sobre somente obter resultados e sim sobre construir um sistema corporativo sustentável, com desafios intelectuais constantes e pessoas felizes trabalhando pelos objetivos. É preciso entender que a cada momento é necessário pensar em como vamos levar as coisas para o próximo nível. Isto é liderança sustentável.
A reclamação primária dos gestores atuais é a de falta de tempo, e a segunda é sobre ter sido moldado no formato excessivamente operacional e pouco estratégico. Nas salas de desenvolvimento e nos processos individuais de coaching, os clientes acabam descobrindo que não existe falta de tempo, e sim, planejamento ruim, falta de foco e de capacidade de priorização, além de pouca disciplina para executar o planejado.

É enorme a dificuldade de colocar limites, fazer renúncias e de entender que coisas bem feitas são mais importantes e sustentáveis do que tentar exaustivamente sobrecarregar as pessoas no dia a dia com milhares de tarefas.

Leia o artigo completo: http://bit.ly/Maa7PN

Aplicativo pra tudo, até para o gerenciamento de empresa via mobile

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Planilhas e softwares lançados até dois anos atrás, gradativamente vêm sendo menos utilizados por CEO’s e gestores. Atualmente, um empresário pode gerenciar sua empresa, controlar finanças, agendar reuniões e administrar suas vendas através de um aplicativo móvel.

Os principais apps do mercado e os mais baixados são o Podio, Asana, Base e Pipedrive. O CEO da Sapiens Solutions, Guilherme Reis, usuário desses aplicativos, analisou cada um deles e listou uma série de observações que podem ajudar quem está a procura de um app ideal para o seu negócio.

Dentre as principais vantagens que todos os aplicativos apresentam, vale destacar que com qualquer um deles é possível: gerenciar equipes, gerenciar tarefas e ter todas as informações salvas em nuvem. Porém os apps mais completos são o Podio e Asana, de acordo com Reis: “Com eles é possível ainda gerenciar projetos, trocar e-mail’s pelo aplicativo e trabalhar projetos colaborativos. Além disso, eles permitem ainda desempenhar múltiplas tarefas simultaneamente no mesmo app, utilizando várias abas”.

O Base também é um excelente aplicativo, na opinião do CEO, mas que pode ter melhor desempenho para uma função específica: “Se a empresa trabalha com vendas, o Base vai oferecer um gerenciamento que nenhum outro dá. Já o Pipedrive é excelente para gerenciar a rotina de representantes comerciais e suas vendas. "Um aplicativo acaba complementando o outro, mas em poucos detalhes. Vale a pena testar cada um para ver qual será o mais ideal para quem usa o app e claro para o melhor gerenciamento da empresa”, afirma Reis.

Alguns pontos devem ser levados em consideração, segundo o especialista:
- o setor de serviços é o mais indicado para a utilização dos aplicativos testados;
- os apps serão melhores reaproveitados se os setores da empresa se comunicarem entre si;
- a maioria desses aplicativos já aceitam upload, ou seja, é possível carregar documentos salvos em discos rígidos no app;
- as únicas funcionalidades não encontradas nestes aplicativos são gerenciamento de fluxo de caixa e outras relacionadas a finanças e contabilidade. Neste caso, o recomendado por Reis é o uso de softwares específicos;
- não há limitações para o tamanho da empresa. Os aplicativos são direcionados a micros, pequenos, médios e grandes negócios. Gestores do Twitter, Whatsapp e YouTube já declararam que utilizam desses aplicativos para administrarem suas startups.

Através do infográfico, é possível ter um panorama das principais funcionalidades de cada aplicativo. Confira:


Considerando os principais diferenciais de cada app, Reis afirma que “o Podio é voltado para gestão realizada diretamente pelo dono do empreendimento; o Asana e Pipedrive são voltados à gestão de equipes e projetos e o Base é excelente para gestão de vendas e equipe de vendas”.

14/10: Tio Flávio Cultural - IV Seminário Gestão de Pessoas e Comunicação (Ibirité)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Clique na imagem para ampliar.


07/10: Tio Flávio Cultural: Gestão de Marcas em Ambientes Digitais e Tendências

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Clique na imagem para ampliar.
As inscrições gratuitas pelo www.tioflavio.com/inscricoes já estão abertas!


A falta de tempo e a baixa capacidade de lidar com o dia a dia

quinta-feira, 19 de setembro de 2013


Programa de Desenvolvimento Pessoal 
em Santa Cruz do Sul - RS


Consulte nossa Central de Atendimento:
contato@weigelcoaching.com.br
11 3037 7218 | 51 3902 0843

Weigel Coaching traz cursos inéditos para Santa Cruz do Sul

segunda-feira, 29 de julho de 2013


Leia a matéria sobre os CURSOS INÉDITOS que a Weigel Coaching traz para Santa Cruz e região. Aprender sobre coaching fará parte da vida profissional de líderes e gestores de RH.


Líder Coach: curso de 8h em Santa Cruz do Sul

terça-feira, 23 de julho de 2013


Coaching para líderes, aberto e in company

segunda-feira, 29 de abril de 2013




Mais de 1.000 pessoas já estiveram em nossa sala. A diferença deste curso é que mais que ensinar a teoria, treinamos gestores para a prática do coaching dentro das organizações.


Curso aberto na Integração Escola de Negócios www.integracao.com.br
In company pelo email contato@weigelcoaching.com.br

Informe-se!



Líder Coach, o caminho mais rápido para gestão de pessoas

terça-feira, 22 de janeiro de 2013


Informe-se: cursos abertos e in company - contato@weigelcoaching.com.br


Coaching auxilia gestores a aliar competência operacional ao poder de liderança

quinta-feira, 22 de março de 2012



Uma coisa é certa: os colaboradores contemporâneos não aceitam mais líderes que não geram aprendizado, desenvolvimento e crescimento profissional

Por Jaqueline Weigel, www.administradores.com.br

Nos últimos anos, muitos cargos de liderança foram ocupados por profissionais promovidos pelo bom trabalho técnico ou pelo tempo de serviços prestados para a empresa. Apesar de ser uma iniciativa válida, essa linha de promoção torna-se perigosa. Não foram raros os casos onde o promovido pediu demissão após um período médio de 12 a 18 meses. Um estudo recente conduzido pela consultoria norte-americana Development Dimensional International (DDI) revela que globalmente apenas 11% dos gerentes estão realmente prontos para serem líderes e 57% aprendem sobre o papel durante a jornada ou com os erros do dia a dia.
Independentemente da experiência anterior, a mudança para cargos de liderança requer adaptação, desenvolvimento, novas habilidades para comandar equipes e principalmente um entendimento claro do novo papel. Até pouco tempo, imaginávamos que pessoas com larga experiência na empresa, que conheciam bem o negócio e que tivessem autoridade técnica poderiam ocupar essa posição atendendo as necessidades da empresa. Não deu certo.
O problema mais comum é que o profissional tecnicista, na maioria das vezes, tem características muito operacionais e pouco perfil estrategista. Um dos métodos que minimiza os impactos dessa mudança é o coaching, que apóia o profissional na busca de metas de curto, médio e longo prazo, por meio da identificação e do reconhecimento de suas fragilidades. Em tempos não muito distantes a modalidade era acionada apenas para profissionais que apresentavam com problemas, mas hoje já se sabe que o ideal é utilizar com os colaboradores chamados de potenciais e talentos.
Em um processo de 10 a 12 sessões, é possível desenvolver habilidades do novo gestor, ajudá-lo a entender o que significa influenciar pessoas, dar feedback e promover relacionamentos positivos em sua equipe. Pesquisas recentes apontam um aumento no comprometimento dos gestores de 12% após as sessões, enquanto os que não passam pelo coaching apresentam índices de apenas 1,7%.
As mudanças não param por aí. O coach – especialista que aplica os processos de coaching - tem como função encorajar, motivar e transmitir técnicas que ajudam o gestor a desenvolver novas atitudes, a organizar pensamentos e ideias que estavam pouco estruturadas, além de possivelmente fazê-lo lembrar de conhecimentos aprendidos em momentos anteriores, gerando o que se chama de aprendizado ativo.
Após o processo, o que visualizamos é que a maioria dos profissionais acaba conseguindo implantar mudanças na equipe e passa a ser mais capaz de programar um planejamento e cumpri-lo à risca. Outro fator positivo é que a autoconfiança do gestor costuma aumentar e isso resulta também na habilidade de delegar funções.
Hoje em dia, o cenário no mercado de trabalho mudou, os modelos estão em modificação e, acima de tudo, as pessoas já não são iguais ao que eram há dez anos. Atualmente, temos a diversidade, o conflito de gerações, uma educação corporativa deficitária no país, e muita gente perdida numa administração de tempo ineficaz, em um planejamento falho e execução caótica.
Líderes devem influenciar equipes e administrar processos e objetos. Para influenciar os subordinados não é necessariamente preciso fazer um curso de gestão de pessoas ou estudar profundamente teorias sobre o tema. Nem ser amigo ou ser legal com os liderados. Hoje, basta que os gestores entendam que a essência humana é a mesma e os desejos profundos, embora tenham nuances particulares, são muito parecidos, haja vista que no plano pessoal cada ser humano define um planejamento a fim de alcançar um objetivo final. No ambiente de trabalho, a mesma linha de raciocínio também precisa ser colocada em prática.
O coaching aborda essa natureza com profundidade e praticidade e, por isso, tem ajudado gestores com avançados conhecimentos técnicos a aliar sua capacidade operacional com o poder de liderar equipes e pessoas. A transição deste novo modelo de conduta no mercado corporativo não é opcional. Quem não a fizer corre sérios riscos de estagnar ou perder oportunidades profissionais. Uma coisa é certa: os colaboradores contemporâneos não aceitam mais líderes que não geram aprendizado, desenvolvimento e crescimento profissional.
Jaqueline Weigel é  diretora da Weigel Coaching Associados e do Núcleo de Coaching Integração – da Integração Escola de Negócios (SP).

Coaching virou a palavra de ordem

terça-feira, 10 de maio de 2011

Jornal do Comércio, Porto Alegre, dia 09 de maio

Conhecimento técnico e experiência não bastam para ter boa performance

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O coaching vem se tornando conhecido, e tem foco em comportamento e ação. Novas metodologias surgem quando especialistas observam o que funciona, o que não funciona e porque.Observando seres humanos de forma individual, em grupo ou alocados em um sistema, concluimos que obstáculos comuns  paralisam ou dificultam a conquista dos objetivos. Investigando de forma mais profunda, a falta de habilidades comportamentais vem sendo esta causa comum nos tres casos.
Fomos programados para achar que estudar e trabalhar em bons locais bastariam, por isso, vemos com freqüência profissionais em dificuldades pontuais buscando cursos técnicos para melhorar seu desempenho. Não basta. O grande desafio é identificar e desenvolver habilidades de comportamento, como foco, planejamento, disciplina, priorização e inúmeros outros, e isto não se desenvolve em sala.
Pense em algum problema ou desconforto atual. Sabemos o que é preciso fazer, mas não conseguimos. É provável que exista uma falta de habilidade comportamental. Um bom coach poderá ajudá-lo, e seu conhecimento e experiência então serão úteis na prática.

Orquestra Sinfônica Brasileira: quando o ego atrapalha o talento

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ouvindo as notícias sobre a crise na Orquestra Sinfônica Brasileira me pergunto: quem está certo? Pelo pouco que sabemos através dos canais de notícias, percebo que existem lacunas de gestão e de atitude dos profissionais envolvidos, assim como em qualquer outro negócio.

De um lado, um núcleo gestor que tenta criar um novo valor ao processo, trazendo validações internacionais gabaritadas. A iniciativa acompanha o movimento de crescimento e profissionalização do país, mas é possível que este núcleo de gestão tenha implementado a novidade de forma desastrosa, e isto é muito comum em também em empresas. Os gestores precisam planejar, conduzir e inserir novas práticas de forma que todos percebam o valor agregado.

De outro lado, temos as estrelas, os músicos, que podem estar intimidados com avaliações que na verdade são grandes oportunidades de revisão pessoal e melhoria. Nesta atitude de protesto percebemos uma resistência extrema, onde artistas de alto nível não concordam com a forma que o processo está sendo conduzido, ou não concordam em se submeter a avaliações por acharem que uma histórioa de sucesso consolidada não precisa ser revista em tempo algum. Além disso, é comum pensar que avaliações são para iniciantes. Erro fatal para a carreira.

Em inglês temos um termos chamado overleveraging, que significa que todo talento usado em excesso podem virar um defeito. Talento sem atitude coerente gera queda a médio ou a longo prazo. ~

Razões à parte, a Orquestra Sinfônica Brasileira é um patrimônio do povo brasileiro, e gestões falhas ou jogos de ego deveriam ficar de lado. Profissionais precisam entender que a evolução acontece, e que todos seremos avaliados de alguma forma e teremos que nos repaginar. Nada é estático. Além disso, é preciso pensar primeiro no todo, depois em pequenas partes.

Novos gestores virão, assim como novos artistas. O que não é coerente, é que a Orquestra desmorone por causa de baixas habilidades de quem a faz acontecer, no palco e nos bastidores.

Na gestão moderna, as pessoas que trabalham na empresa vem antes do cliente

domingo, 3 de abril de 2011

QUEM MERECE A ATENÇÃO DO GESTOR: O CLIENTE OU O COLABORADOR?


Ambos, mas é muito comum ouvirmos a frase "o cliente em primeiro lugar". É claro que o cliente deve ser atendido com excelência, mas quem o atende são seus colaboradores. Insatisfação, conflitos, frustração e caos emocional, são intangíveis percebidos à distância pelo cliente. Portanto, se você é empresário ou gestor, não se iluda.

Nesta nova era, a dinâmica dos negócios tem mudado de forma acelerada. É preciso entender que as pessoas que acordam todos os dias e lutam pelas metas da empresa precisam ter condições de trabalho e fatores que geram desafio e motivação. Esta é uma arte para poucos.

O primeiro passo é conhecer a cada uma das pessoas que fazem parte da equipe. O segundo é entender suas reais necessidades, seus valores e metas pessoais. Não basta pagar, comandar, controlar e punir. É preciso comprometer-se com as pessoas para que elas se comprometam com o negócio, entender o que cada um dos membros do time precisa para trabalhar melhor, aprender sobre diversidade humana e sobre como as pessoas interagem para desempenhar seus diferentes papéis.

A isto chamamos de liderança do século 21.

Gestores sem identidade criam empresas sem identidade

quarta-feira, 30 de março de 2011


Quando falamos de identidade parece simples e óbvio. Imaginamos ter uma identidade como pessoas e como empresários. Engano. Pergunte a alguém "quem é você?" e observe a resposta.

Assim acontece com pequenas e médias empresas quando anunciam quem são e o que fazem. Confuso, é o adjetivo mais comum.

O empreendedor é criativo, e busca oportunidades a todo momento, e isto faz com que a identidade fique confusa. Quando indagamos funcionários e clientes de algumas empresas, as respostas confirmam esta falta de clareza e entendimento sobre o negócio.

Um empresário precisa refletir e ter clareza sobre quem é, o que faz, o que é seu negócio e o que ele vende. Sem isso, não é possível definir um público, achar um nicho, crescer ou posicionar-se bem no mercado. Nossos cases de Coaching com Modelo de Negócio mostram que após esta definição, o negócio tem mais chances de decolar. Um dos cases, por exemplo, levou uma start up faturar 150% maio no segundo ano. É claro que outros fatores influenciam, mas este é um dos pontos de partida.