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Mostrando postagens com marcador Recursos Humanos. Mostrar todas as postagens
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Nosso balanço: coaching para RH

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013


Consulte nossa central de atendimento:
contato@weigelcoaching.com.br
11 3037 7218 | 51 3902 0843

O coaching criando valor ao papel do RH

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Hoje, o departamento de Recursos Humanos precisa transformar-se num facilitador de discussões, reflexões e estratégias. Precisa gerar consciência nas pessoas e despertá-las para o processo de mudanças. 
Como mediador e conciliador, é preciso também provocar o alinhamento da comunicação em todos os níveis, muito além dos processos de comunicação formal. Precisa fazer-se presente, criar oportunidades e participar de momentos de decisão. Deve-se promover a criação de Planos de Ação em conjunto, fortalecer as parcerias internas e externas, e acima de tudo, redistribuir responsabilidades.
É esperando, erroneamente, do RH respostas prontas, mágicas e criação de soluções imediatas. O principal papel do RH atual é orientar equipes e líderes para tomada de decisões e busca de soluções. 


É neste cenário que técnicas de coaching ajudam os colaboradores de RH a promover a reflexão no ambiente, trazer as pessoas para a ação e mudar o modelo mental antigo potencializando a execução, a saúde do ambiente e o resultado sustentável.

Coaching Corporativo como apoio na estratégia de negócios:
Weigel Coaching é especialista




Consulte nossos cursos e treinamentos:
http://bit.ly/19oFApk

Formação de Coaching para Recursos Humanos

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Inicia hoje, em São Paulo, na Integração Escola de 
Negócios, a Formação de Coaching para RH.


"Sucesso não é sorte. É preparo, somado a esforço 
e regado a coragem". Jaqueline Weigel


Formação de Coaching para RH - em SP, outubro e novembro

quinta-feira, 26 de setembro de 2013


Em outubro e novembro, Jaqueline Weigel, coach executiva da Weigel Coaching, certificada como Professional Coach Certificated, ministra a Formação de Coaching para RH na Integração Escola de Negócios em São Paulo. 

Informe-se 11 3046 7878

Apresentação

Coaches internos proporcionam inovação que permite que a empresa permaneça competitiva num cenário globalizado. Uma equipe interna habilitada para usar ferramentas de coaching amplia o impacto e os benefícios do processo em um número maior de pessoas gerando sustentabilidade e crescimento do negócio.

 

Vantagens do coach interno

• Conhece bem a organização.
• Pode acompanhar de perto os progressos do trabalho.
• Está mais disponível aos “clientes” que os externos.
• Tem acesso às demais ferramentas e metodologias que a empresa oferece.
• Dá suporte constante na busca de metas individuais e departamentais.

 

Diferencial

• Nossa metodologia é construída com base nos conceitos e práticas das escolas de coaching.
• Treinamento prático.



Coaching para RH

quarta-feira, 24 de julho de 2013


Curso: Coaching para RH - 8 horas

sexta-feira, 28 de junho de 2013


O coaching é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento. Colaboradores da área de Recursos Humanos precisam aprender sobre o assunto para que possam utilizá-lo em seu papel estratégico e assim, contratar serviços com uma base sólida de referência.

Conheça alguns itens que serão explorados no curso:

  • O que é coaching é como funciona;
  • A arte e a ciência do coaching;
  • Diferença entre coaching, mentoria, terapia e consultoria;
  • Quando usar e com quem não funciona;
  • Novo papel do RH;
  • Ferramentas básicas.
Dia 02 de agosto, das 8h30 às 17h30 
Charrua Hotel, Santa Cruz do Sul - RS

São Paulo (formação de 64 horas em setembro): www.integracao.com.br

Informações:
11 3037 7218 ou 51 3902 0843  |  contato@weigelcoaching.com

Coaching para gestores e Coaching para RH

terça-feira, 25 de junho de 2013


O coaching ajuda os líderes a mobilizar pessoas

quarta-feira, 17 de abril de 2013



Contrate um coach formado por escolas da ICF ou credenciado pela ICF como ACC, PCC ou MCC.
É um selo internacional de qualidade.

Leia mais: www.icfbrasil.org ou ww.coachfederation.org

Nossa equipe é membro e todos os coaches são formados por escolas credenciadas




O que acontece no Egito pode acontecer na sua empresa ou com você

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011


EGITO

O que estamos assistindo no Egito é uma amostra de que a mudança não é uma opção e sim uma condição de continuidade. Se adiarmos o assunto, o caos se instala.

E de que mudança estamos falando?

De todas. De jeito de viver, dos núcleos familiares, da carreira e acima de tudo dos negócios. Todos precisarão repensar seu modelo de atuação. Formatos arcaicos não funcionarão mais daqui para frente. E não temos um século para nos reformatar. A mudança está acelerada. Quem não estiver atento, ficará muito atrasado ou terá sérias limitações.

É tempo de entender que somos responsáveis pela harmonia ou pelo caos que criamos em nossas carreiras , vidas e negócios. É tempo de pensar mais no todo que em nós mesmos, de mudar modelos mentais, abrir canais de aprendizado e de sair da zona de conforto. Experimentar o novo, baixar a resistência.

Profissionais precisam repaginar-se e atuar de forma menos desgastante, mais eficaz e mais satisfatória.

Empresas precisam implantar modelos de gestão descentralizados, onde pessoas, clientes e sociedade tenham mais importância que o lucro do acionista, que só virá se esta regra for respeitada.
Grupos de elite executiva precisam deixar de lado  ego, poder, vaidade, comando e controle, e buscar potencialidades em si e nos outros.

Somente este caminho fará com que seu negócio ou você façam parte do novo Brasil. Os demais, acabarão fazendo parte de uma velha história, necessária até aqui, mas a caminho do arquivo a partir de agora.

Onde você e sua empresa querem estar? Decida, e se quiser saber como, escreva para nós :contato@weigelcoaching.com.br

Debate descarta o “Apagão de Talentos” e atribui o problema às formas de contratação e gestão

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O chamado “Apagão de Talentos” é um assunto que ganhou importância e despertou discussões na opinião pública em geral. As grandes empresas reclamam da falta de potencial criativo do mercado. O funcionário formado em boa universidade, com cursos e experiência é valorizado, tem plano de carreira e boa condição de trabalho. No entanto, seu potencial para idéias continua inibido. Para buscar soluções, a Weigel Coaching, especializada em comportamento e desenvolvimento corporativo, realizou um debate online com profissionais envolvidos em Recursos Humanos e chegou à conclusão de que o “apagão” não existe, e sim um modelo de contratação e gestão ultrapassados.

O bate papo ocorreu por meio de uma rede social para profissionais, o LinkedIn, e teve a participação de 20 núcleos de RH. Para Jaqueline Weigel, senior coach e diretora geral da Weigel Coaching, o chamado “Apagão de Talentos” nunca existiu, o problema está no modelo de recrutamente e seleção e consequentemente gestão. “Toda pessoa tem potencial a ser explorado. Basta saber apertar os botões certos para despertar este talento. Quando um funcionário está no local errado, em função inadequada, ele tem seu talento inibido e não produz como deveria. Além disso, gerenciá-lo mal resulta em fazê-lo desempenhar muito abaixo do esperado”, afirmou.

Além do modelo arcaico, que exige demais, paga pouco e não consegue absorver o máximo do potencial dos funcionários, outros assuntos foram abordados no debate. Entre os principais está o sistema de contratação que preza pelo chamado “modelo da caixinha”, que supervaloriza profissionais com currículos gabaritados. “O profissional com universidade boa, MBA, cursos e experiência são excessivamente valorizados pelos RHs. Formação é necessária, mas não significa conhecimento e capacidade ”, explicou Jaqueline Weigel.

Segundo a executiva, os participantes do debate concluíram que o modelo de contratação atual também favorece a inibição do talento. “As empresas precisam mudar a forma de contratação e aprender a formar profissionais. Além disso, é preciso investir no talento, incentivá-lo e oferecer oportunidades que atraiam esse potencial”, afirmou.

De acordo com estudos complementares da Weigel Coaching, esse panorama tem feito os profissionais migrarem para o negócio próprio justamente por não encontrarem no mercado atual um modelo que favoreça sua evolução. “A política do ‘100 para mim, um para você’ e a perspectiva de terminar uma carreira com uma pequena aposentadoria levaram executivos, de todas as idades, a procurarem outras alternativas. Tudo isso resulta, na realidade, em uma evasão de talentos das empresas”, concluiu Jaqueline.

Área de gestão de Recursos Humanos, eliminar ou corrigir

quarta-feira, 27 de outubro de 2010



O RH tem estado nas dicussões estratégicas nos últimos anos. Este fato surgiu da percepção real que não temos mais outro caminho para atingir resultados e progresso senão através de pessoas.
Com a falência do modelo taylorista de gestão, funções desse departamento, com exceção de algumas poucas tarefas administrativas, foram transferidas em gestões mais avançadas para as equipes existentes nas áreas operacionais, e administradas pelas pessoas que tem uma responsabilidade direta pela qualidade de trabalho.


Sabe-se que o RH tradicional tem prestado, até agora, atenção demasiada aos conhecimentos técnicos. Funcionou até aqui, mas a partir de agora precisamos fugir do tecnicismo e criar um novo modelo de apoio à gestão, que não significa eliminar hierarquia e fugir de processos, apenas redistribuir responsabilidades e sair do caos engessado atual.
No modelo futuro, o recrutamento e seleção obrigatoriamente precisam ser feitos pelo gestor, e muitas vezes, pela equipe. No Google isto acontece com sucesso.
Na escolha final do candidato, é inteligente levar em consideração o objeto da paixão do entrevistado, seus valores e sua atitude. Estes itens são determinantes no cenário atual e futuro. E o RH tradicional está totalmente despreparado para fazê-lo.
No futuro, tarefas como estas não dependerão de pessoas que internamente se ocupem apenas disso.As responsabilidades serão distribuídas entre cada pessoa, e o controle perderá força, já que pessoas trabalham em ritmos diferentes.
O planejamento de carreira será de responsabilidade do profissional, não mais da empresa ou do RH, que apenas facilitará este caminho. Não existe mais a possibilidade de empresas tomarem nas mãos a carreira de seus funcionários de maneira patriarcal.
As regulamentações de sucessão serão inúteis , porque se transformam num ritual pernicioso.
Programas de formação e especialização serão um auxílio adicional, e se atraentes, serão disputadas entre os colaboradores, que tentarão tirar o máximo proveito.
Treinamentos em sala de aula serão questionáveis ma maioria de casos.
O feedback será uma prática constante e precisamos entender que pessoas aprendem o máximo quando discutem seu trabalho com outras pessoas, tomam decisões relevantes por conta própria e sabemos por outros se o que fizeram estava certo ou errado.
Teremos mentores, como na Gore e na Semco, que serão co-responsáveis pelo desenvolvimento do colaborador.Colaboradores treinarão colaboradores.Tarefas de Departamento Pessoal atual representam desperdício, restringem a responsabilidade de gerentes e equipes e centralizam as decisões de modo inadmissível. 
O princípio da auto- regulação perpassa a organização inteira. Isto traz maior relevância para o trabalho, já que possibilita que nenhum gerente prepare treinamentos inúteis.
Treinamentos externos são assumidos pelos próprios profissionais que assumirão sua carreira de modo auto-suficiente.
O departamento de RH passará a fazer parte da inteligência estratégica da empresa e identificará bons fornecedores para serviços de desenvolvimento.
Parece sonho futuro? Não é, acredite. Algumas empresas pioneiras já compraram a idéia e apoiamos esta implantação em 100%. É só uma questão de tempo.

Weigel Coaching e Código Beta em parceria, implementando a cultura de coaching e atualizando modelos de gestão.

Fonte: Metas Flexíveis, Niels Pflaelging e Coaching Corporativo, por Jaqueline Weigel