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O seu emprego é só trabalho ou faz parte da sua identidade?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Estado de São Paulo - 23 de dezembro de 2010

Em conversas com especialistas em RH na semana passada, Jaqueline Weigel, especialista em treinamento e proprietária da Weigel Coaching, chamou a atenção para uma realidade do mercado de trabalho: as pessoas que adicionam a empresa a seu sobrenome. Especialmente em casos de longa permanência em um só emprego, a companhia pode ser adicionada à identidade do profissional.


De repente, só faz sentido ser o “fulano de tal”, da “empresa x”. Para Jaqueline, essa questão que parece corriqueira deve ser vista com cuidado. Isso porque, especialmente na hora da aposentadoria, de repente a pessoa pode se ver perdida, como se faltasse parte do seu “eu”. Para Jaqueline, é algo a ser trabalhado aos poucos, enquanto o profissional ainda está na ativa.

E você? É muito apegado ao “sobrenome profissional”? O seu emprego é só trabalho ou faz parte da sua identidade? Já sofreu com isso? Escreva para a gente.

A matéria é de FERNANDO SCHELLER





39- MENSAGEM EVOLUTIVA: BRINCANDO COM "SEMPRES" E "NUNCAS"

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010


Olá, amigos!
Abraços grandões, beijos com paz e meu desejo de muita felicidade em 2011!!!
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Uma Mensagem Evolutiva: Brincando com “Sempres” e “Nuncas”
(de Kau Mascarenhas)

Nunca se compare com os outros, não se considerando melhor ou pior que qualquer pessoa. Mas sempre trabalhe para perceber que seu Eu de hoje é mais pleno que o seu Eu de ontem. Crescer a cada dia com tudo o que acontece é abrir espaço para progresso e felicidade.

Sempre que surgir uma adversidade busque qual é a semente de benefício que ali se esconde. Entretanto nunca faça de conta que o mundo é cor-de-rosa. Antes de ressignificar é valioso tomar consciência.

Nunca duvide que o poder e todos os recursos, já se encontram dentro de você. Contudo sempre que for importante saiba pedir ajuda. Na condição de seres humanos que somos, a humildade de se mostrar frágil permite agigantamento em comunhão.

Sempre abra espaço para a dúvida. No entanto nunca desmereça algumas certezas. Há crenças valiosas que alicerçam nosso existir como a de que vale confiar no futuro, construindo-o com atitudes e pensamentos positivos no presente.

Nunca dê importância demasiada às coisas feias que falarem de você. Todavia, sempre é bom escutar o que dizem a seu respeito. Às vezes os pontos que merecem mudança em nós são vistos mais facilmente por quem não gosta muito de nós.

Sempre seja sincero e diga o que pensa. Mas nunca use a honestidade como ferramenta para derrubar quem está do seu lado. Pode ser que a dureza ferina da forma como você fala machuque tanto, que se torna perdida a verdade impulsionadora do seu conteúdo.

Nunca divulgue os aspectos negativos que vê nos outros. Entretanto sempre seja capaz de discernir o que é comportamento modelo ou anti-exemplo. As atitudes anti-éticas, mesmo que mil vezes repetidas, continuam inaceitáveis.

Sempre coloque o seu melhor em tudo o que produz. Contudo nunca exija perfeição ou se autoflagele quando algo não sair como você deseja. Perfeccionismo é mais uma doença que impede crescimento do que qualidade geradora de excelência.

Nunca se deixe abater diante das dores alheias. No entanto sempre seja capaz de se colocar no lugar do outro, imaginando o que ele sente. Empatia e compaixão são virtudes que quanto mais se expandirem no mundo farão dele um lugar melhor pra se viver.

Sempre seja você mesmo. Todavia nunca deixe de mudar. As cascas que nos envolvem podem cair a toda hora para deixar surgir um ser mais pleno e luminoso. Evoluir é possibilidade diária e convite eterno da Vida.

Nunca desista. Mas sempre respeite seu próprio ritmo. Mude as estratégias para alcançar seus objetivos e reconheça quando alguns dos seus desejos já se encontram mofados. E sobretudo: saboreie cada dia, cada passo, cada instante, cada pedaço do caminho.




Foto de Kau Mascarenhas: Porta Aberta em Veneza

38- Mudando de Idéia Sobre o Amor: Natal no Coração

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Pensei em deixar uma mensagem de Natal para todos vocês, amigos queridos. Queria postar algo que funcionasse como um presente, e ao mesmo tempo queria escrever algumas linhas a respeito do amor (nunca é demais...). Bom, aproveitei umas idéias que apareceram de ontem pra hoje e compus esse texto poético. Espero que sirva para suas reflexões. Grande e carinhoso abraço!
(também em nossa rede social: http://www.mudandoparamelhor.ning.com/)

Foto: Kau Mascarenhas / série Paz-saros. Dois pardais compartilhando pão na neve. New York City




Mudando de Idéia Sobre o Amor: Natal no Coração
(por Kau Mascarenhas)

Um dia achei que poderia viver sozinho. “Antes só que mal acompanhado”. Tempos depois percebi que dormir e acordar sem ter em quem pensar faz nossos dias serem menos iluminados. Mudei. Trouxe alguém pro meu lado.


Um dia pensei que era maduro o suficiente para não me sentir magoado. “Sou crescido, forte e posso lidar com tudo”. Logo depois percebi que meu coração chorava e gritava; nunca foi mudo. Cresci. E na escola da emoção ainda estudo.


Um dia vi que sobre meus sentimentos eu tinha construído um escudo. “Para que me expor?” Notei aos poucos que tudo o que sinto se mostra com luz, brilho e muita cor. Evoluí. E percebi na minha transparência um grande valor.


Um dia imaginei que ter um relacionamento era causa de grande temor. “Para que devotar sentimento sem a garantia do que o outro oferece?” Logo notei que simplesmente amar já pode ser um bom ensaio. Compreendi. No puro exercício do amor a alma cresce.


Um dia acreditei que, em se tratando de amor, de nada adiantariam minhas preces. “Cuide das coisas da Terra e Deus cuidará do universo transcendente. ” Então a vida me surpreendeu premiando meu coração crente. Amadureci. Vi que uma alma em paz com o Alto atrai outro coração sorridente.


Um dia considerei que as angústias do passado sempre assombrariam meu presente. “As feridas cicatrizam mas não somem com a idade”. O amor retornou e confiei. Quando abri minha porta outra vez a cura aconteceu de verdade.


Um dia achei que somente os iguais podem encontrar, juntos, a felicidade. “Semelhante atrai semelhante”. Entretanto, de forma adorável algumas diferenças se mostraram muito interessantes. Aprendi. A construção da ponte entre os diversos é ação amorosa energizante.


Um dia ensinei que o amor ao outro era o afeto mais importante. “Ames o teu próximo como amas a ti mesmo”. Jesus, entretanto, apontava outra direção com insistência. Reconsiderei. Ele na verdade salientava a auto-estima como amor-referência.


Um dia imaginei a presença do outro como base para minha existência. “Somos metades que se completam”. A maturidade me trouxe nova percepção. Enfim compreendi. Indivíduos inteiros é que se agigantam mais facilmente em comunhão.


Um dia pensei que para ter felicidade bastaria viver uma paixão. “Quem é feliz no amor tem tudo”. Afastei-me de amizades verdadeiras para me emparedar no relacionamento. Caí. O amor não deve afastar outros amores e sim promover seu fortalecimento.


Um dia achei que amar era uma espécie de acorrentamento. "Quem ama abre mão da liberdade". Desconsiderei a expansão que só é construída quando estamos de mãos dadas. Murchei. Mais tarde renasci quando minha alma se viu com outra abraçada.


Um dia, dois dias, três dias. Um ano. Uma década. Uma vida aproveitada ou desperdiçada. Crenças sobre o amor vêm e vão, como borboletas bailando no verão. Muitas mudaram e continuam mudando, outras já são parte de nós como se fossem as raízes do nosso coração. Quando se trata de sentimento não reagiremos aos fatos e sim àquilo em que acreditamos, tenhamos razão ou não.


Que possamos exercitar flexibilidade, empatia e compaixão. Ser feliz é antes de tudo confiar e lançar-se. O amor não apenas nos convida. Ele nos grita e pede atenção. Que saibamos dizer sim a esse feliz chamado. Com muita esperança e intensa gratidão.

Mesmo banalizado, a procura por coaching triplica no mercado executivo

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Leia nossa matéria no Brasil Econômico e entenda porque mesmo banalizado o coaching faz tanto sucesso.


O que faz um profissional pensar em transição.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Transição de carreira, um assunto em pauta.


Algumas características comuns identificam as necessidades dos profissionais que buscam um coach para receber suporte neste momento de mudança:

* Existe um forte desejo de mudar para aliviar um desconforto atual;
* O profissional deseja buscar por um sentido maior para a carreira;
* Existe a fata de identidade profissional;
* Está afastado temporariamente e deseja voltar ao mercado mas não sabe como.

Nos processos de coaching de carreira, esta transição de carreira torna-se mais tranquila e bem-sucedida, o coachee passa a ter dados mais sólidos para embasar escolhas , a marca pessoal é definida com mais clareza e os principais obstáculos são percebidos.

Leia mais...


Entre os obstáculos, tem destaque o MEDO. De perder status já conquistado, de errar, de trocar o que já conhece pelo desconhecido, de enfrentar as cobranças externas, especialmente de família e amigos. Outro obstáculo é a INÉRCIA da zona de conforto. "Não estou satisfeito mas isso é melhor que não ter nada". Mudar dá trabalho e para ter ganhos algumas perdas são inevitáveis. Outro fator de forte interferência é a INSEGURANÇA FINANCEIRA. Os profissionais não se preparam previamente para suportar a mudança.

Também observamos a falta de clareza e de METAS FUTURAS, de Plano de Carreira de longo prazo , e isto gera incertezas e um caminho vazio no presente. É neste momento que começam os questionamentos.

A grande dificuldade de agir, sabendo que deseja ou precisa mudar mas não consegue, o desconhecimento do que pode ser feito diferente, por onde começar, o fato de nunca ter parado para refletir profundamente sobre si mesmo e sobre seus caminhos, traz ao processo uma riqueza e um grande encantamento .

Transição é mudança, e mudanças são inevitáveis. Cabe à você tomar as rédeas do assunto ou ficar refém de acontecimentos e apenas reagir. Faça suas escolha.

Jaqueline Weigel e equipe de coaches Weigel Coaching




Debate descarta o “Apagão de Talentos” e atribui o problema às formas de contratação e gestão

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O chamado “Apagão de Talentos” é um assunto que ganhou importância e despertou discussões na opinião pública em geral. As grandes empresas reclamam da falta de potencial criativo do mercado. O funcionário formado em boa universidade, com cursos e experiência é valorizado, tem plano de carreira e boa condição de trabalho. No entanto, seu potencial para idéias continua inibido. Para buscar soluções, a Weigel Coaching, especializada em comportamento e desenvolvimento corporativo, realizou um debate online com profissionais envolvidos em Recursos Humanos e chegou à conclusão de que o “apagão” não existe, e sim um modelo de contratação e gestão ultrapassados.

O bate papo ocorreu por meio de uma rede social para profissionais, o LinkedIn, e teve a participação de 20 núcleos de RH. Para Jaqueline Weigel, senior coach e diretora geral da Weigel Coaching, o chamado “Apagão de Talentos” nunca existiu, o problema está no modelo de recrutamente e seleção e consequentemente gestão. “Toda pessoa tem potencial a ser explorado. Basta saber apertar os botões certos para despertar este talento. Quando um funcionário está no local errado, em função inadequada, ele tem seu talento inibido e não produz como deveria. Além disso, gerenciá-lo mal resulta em fazê-lo desempenhar muito abaixo do esperado”, afirmou.

Além do modelo arcaico, que exige demais, paga pouco e não consegue absorver o máximo do potencial dos funcionários, outros assuntos foram abordados no debate. Entre os principais está o sistema de contratação que preza pelo chamado “modelo da caixinha”, que supervaloriza profissionais com currículos gabaritados. “O profissional com universidade boa, MBA, cursos e experiência são excessivamente valorizados pelos RHs. Formação é necessária, mas não significa conhecimento e capacidade ”, explicou Jaqueline Weigel.

Segundo a executiva, os participantes do debate concluíram que o modelo de contratação atual também favorece a inibição do talento. “As empresas precisam mudar a forma de contratação e aprender a formar profissionais. Além disso, é preciso investir no talento, incentivá-lo e oferecer oportunidades que atraiam esse potencial”, afirmou.

De acordo com estudos complementares da Weigel Coaching, esse panorama tem feito os profissionais migrarem para o negócio próprio justamente por não encontrarem no mercado atual um modelo que favoreça sua evolução. “A política do ‘100 para mim, um para você’ e a perspectiva de terminar uma carreira com uma pequena aposentadoria levaram executivos, de todas as idades, a procurarem outras alternativas. Tudo isso resulta, na realidade, em uma evasão de talentos das empresas”, concluiu Jaqueline.

O estilo e a popularidade do líder não importam e sim como influenciam pessoas para atingir resultados

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Nas clássicas teorias de gestão o gerenciamento é o foco. Gerenciar é administrar resultados, operações e infraestrutura. Na teoria moderna, liderar parece mais adequado, que significa influenciar pessoas.Enorme desafio.
LIDERAR NÃO É COMANDAR OU CONTROLAR
Empresas e liderados cobram esta nova atitude de seus gestores, mas quem os preparou para este novo papel? Como fazer a transição?
Leia a matéria na íntegra, clique aqui

O primeiro passo é ensinar o antigo gerente sobre como pessoas funcionam e de que forma ele pode influenciá-las. Na maioria das vezes, ações pontuais de suposto desenvolvimeto são aplicadas. Não funciona. Treinamentos em sala de aula para a equipe de líderes também não são o suficiente.Adultos  precisam entender de forma lógica, criar consciência e mudar comportamento com esforços dedicados e persistentes.

Esta nova dimensão do papel atual do líder tem sido um dos principais desafios de empresas e executivos.

São abundantes as teorias sobre comportamento humano, e é importante saber que mudanças de conhecimento são as mais fáceis e rápidas, mas a de atitude, tanto individual quanto em grupo são morosas e entediantes. A mudança pode ser provocada, e é este o trabalho de um coach, que acelera e otimiza o processo.

A mudança de comportamento ocorre em 4 níveis:

* Conhecimento
* Atitude
* Comportamento individual
* Comportamento em grupo

O importante é entender que se a expectativa do gerente é alta, a produtividade assim o será. Se for baixa, proporcional será sua equipe e o resultado gerado.

Temos dois caminhos: esperar e mudar quando não houver mais saída ou antecipar a mudança de forma consciente.Isto é o que diferencia a vítima do protagonista de uma história.

Boa semana,

Jaqueline Weigel

37- SEMENTE PAZ

sábado, 4 de dezembro de 2010

Série Paz-saros: gaivota na Florida / Foto de Kau Mascarenhas



Certa feita conversando com a amiga Liane Pinto, psicóloga, ouvi um interessante episódio sobre um encontro seu com a paz. Ela me contava que foi a um grande auditório assistir a uma palestra com certo lama tibetano.
Liane fazia parte de uma platéia alvoroçada – com, talvez, duas mil pessoas – muito excitada para aquele evento que prometia ser bastante transformador.
Em sua maioria, tratava-se de gente das áreas do desenvolvimento humano, espiritualidade, psicologia, ou interessados em meditação e cultura oriental.
A princípio, diria-se que deveriam ser pessoas bastante zen.
Ao contrário, era notável o rebuliço interior em que se encontravam. E externamente isso se refletia no comportamento, nas conversas que desenvolviam com as pessoas das poltronas ao lado e dos movimentos corporais agitados.
No momento em que o palestrante surgiu no palco todos serenaram um pouco e fizeram silêncio. “Nossa! Quanta coisa importante sobre a paz aquele homem poderia trazer! Quantas informações valiosas ele iria oferecer!”. Provavelmente era isso que tinham em mente.
O homem, vestido com exótico traje de cor laranja, olhou para a audiência e sorriu de forma tranqüila e doce, movimentando-se lentamente, dirigindo devagar o corpo para toda a extensão do auditório.
E só.
Passou um minuto sorrindo para as pessoas. O tempo passou e aquele tempo começou a parecer interminável. Entrou no segundo minuto sem dizer uma única palavra, apenas sorrindo e olhando para todos.
E só.
A inquietação de alguns começou quando, após perceberem que já havia se passado quase dez minutos, e o guru só fazia sorrir, ou às vezes entoar um mantra.
Houve aqueles que começaram a se mexer nas poltronas, outros cutucaram a pessoa ao lado e comentaram algo, outros foram além e, num impulso de insatisfação ou falta de entendimento da situação, deixaram o auditório.
Entretanto, aqueles que resistiram e ficaram, puderam saborear em cerca de trinta minutos de sorrisos, uma preleção diferente e valiosíssima sobre a paz e a sua importância no mundo que começa em nossos próprios corações, no próprio aquietamento da alma. Isso fez com que minha amiga tivesse momentos de grande tranqüilidade e um genuíno encontro com a paz interior.
É bastante fácil condenar criminosos, julgar políticos corruptos e amaldiçoar os líderes das nações em guerra. O maior desafio, contudo, será observar a violência das nossas atitudes diárias em palavras ações e pensamentos, e transformar esse estado.
Se é tão difícil ficarmos algum tempo apenas sorrindo, em paz, ou vendo alguém fazer isso, abrindo mão momentaneamente da profusão interior de pensamentos e julgamentos, como poderemos ter a tranqüila contemplação do exterior, capaz de nos deixar viver cada instante com maior tranqüilidade?
Estar em paz comigo mesmo me leva a estar em paz com o outro. E isso não tem a ver com o ambiente externo.
O escritor e conferencista Roberto Shinyashiki costuma falar que podemos ser um “Buda no shopping center” querendo sugerir a busca do bem-estar e da paz interior mesmo que estejamos em meio a turbulências exteriores.


Série Paz-saros: gaivota na cruz em Florianópolis / Foto de Kau Mascarenhas

Combinando perfeitamente com essa idéia, há uma antiga história que narra certa competição entre artistas que deveriam pintar um quadro sobre a paz.
Muitos se espantaram quando viram a pintura vencedora. Era justamente aquela que trazia a imagem de um mar revolto com ondas se chocando no paredão rochoso de uma falésia.
Certa indignação surgiu por parte dos que acompanhavam a disputa, pois lá estavam representadas diversas imagens bucólicas de flores salpicadas em veredas, montanhas emoldurando lagos azuis, campinas verdejantes, ou trigais beijados pelo vento. O que fez justamente aquela pintura com cena tão tumultuada ganhar o prêmio?
Até que os juízes revelaram o porquê de sua escolha: na pintura do mar atormentado por furacão, com ondas poderosas açoitando o rochedo havia, de forma pouco visível, numa das pedras, um singelo ninho onde pássaros calmamente alimentavam seus filhotes. A paz pode estar num contexto de grande perturbação do ambiente exterior.
Albert Einstein, tão conhecido pela sua devoção à ciência, era um pacifista ardoroso, e deu ao mundo importante contribuição nesse sentido.
Não apenas dava aulas e palestras sobre física, criava fórmulas e mergulhava em pesquisas, mas redigia cartas a presidentes com teor pacifista, encabeçava manifestos pelo desarmamento e fazia conferências onde apontava caminhos para uma paz sustentável.
Einstein fazia a sua parte, e ele era um homem muito ocupado. Cada um de nós também pode fazer algo.
Um de seus célebres aforismos diz: “Penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio: eis que a verdade se me revela.”
Talvez seja esse um caminho. Plantar a semente da paz em nosso interior, aquietando a alma, entrando em calmaria emocional, pedindo licença ao pensamento.
E ir além.
Hoje parece não bastar que a paz seja plantada; é importante também que seja cultivada, cuidada, alimentada diariamente. Sejamos jardineiros da paz.






Contrate um coach para conquistar as metas de 2011

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010


Todo início de ano é a mesma coisa. Voltamos a pensar no que queremos para o ano que inicia. Conquistas, carreira, academia, dieta, carro novo, viagens, etc...
Comece analisando o que conquistamos daquilo que desejamos no início de 2010?


Na maioria das vezes, este exercício poderia nos trazer frustração, por isso que deixamos esta análise de lado na maioria das vezes, pior, assumimos que por não ter sido capazes de realizar nossos sonhos, aceitamos passivamente "que é assim mesmo. Sempre foi".

Leia a matéria completa...


Na verdade, nossos clientes de coaching de 2010 atingiram 100% do objetivo traçado e nos mostram que existe uma lacuna em nossa vida pessoal e em nossas carreiras que nos impede de persistir no que queremos: baixas habilidades de comportamento.


Na maioria dos casos, percebemos que as pessoas não sabem estabelecer metas com eficiência, muito menos criar um plano eficaz para alcançá-las. Quando indagadas, citam objetivos abstratos, como ter saúde, ser feliz etc...ou então, derramam uma salada desorganizada de pensamentos que formam um conteúdo caótico em vez de um objetivo claro.


Um coach auxilia o coachee a traçar objetivos importantes, possíveis, de forma estruturada. Também o conduz através de perguntas adequadas a analisar o objetivo. Sua especificidade, sua prioridade perante os demais, a mensuração disso, o tempo para cada conquista e principalmente o valor do objetivo para o coachee, ja que é esta a resposta que fará com que o coachee mantenha o foco na conquista e não disperse ou a esqueça.


Nosso Reveillon é tomado de emoções, e sonhamos alto. Muitas vezes não fazemos mais do que isso, sonhar.


Todo projeto de ano precisa fazer parte de um projeto de vida, de longo, médio e curto prazo. E é então que caímos no próximo abismo deste assunto: muitos de nós não se conhecem o suficiente e não sabem exatamente o que querem construir para suas vidas. Então, objetivos mundanos são o suficiente.


Para os que sabem, milhares de eventos acontecem no percurso, que nos fazem ajustar a rota. Mas na verdade, estes eventos acabam nos tirando da rota. Esta é a diferença de quem é protagonista de sua história e de quem é vítima.


É preciso refletir para criar metas. É preciso criar um roteiro lógico e um plano de ação para cada conquista, e depois disso, desenvolver habilidades de comportamento para conquistá-la. Foco, disciplina, planejamento, persistência, organização, etc....são inúmeras, mas só você poderá descobrir qual é pouco desenvolvida em você e qual você precisa para chegar onde deseja.


Para um coach, este processo é simples.


Para as pessoas, é tão complexo que acabamos achando que acontecerá sozinho ou "não era para ser". O universo tem um fluxo, e não se importa com você ou com seus desejos. Entre neste fluxo e ele o ajudará. Sorte é quando preparo e oportunidade se cruzam. E o protagonista está lá. Atento e não adormecido por um monte de coisas sem importância que precisam ser feitas.


Contrate um coach. O investimento valerá a pena, e segundo o ICF ( International Coach Federation ), trará 7 vezes mais retorno para você do que o valor investido. Acredite.

A Arteterapia e o Processo Criativo

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Um aspecto importante quando conceituamos ou trabalhamos com Arteterapia é o processo criativo, visto que, através dos trabalhos plásticos durante o desenvolvimento do trabalho arteterapêutico, o indivíduo entra em contato com seu potencial criativo, com sua capacidade de criar e transformar. Esta força criadora é inata do ser humano e surge a partir de nossa imaginação, desejos ou necessidades. Jung já falava deste impulso criador natural do ser humano a partir da expressão plástica dos conteúdos internos, de imagens do inconsciente, chamando-o de instinto criativo. “Prefiro designar a força criativa como sendo um fator psíquico de natureza semelhante a do instinto” (JUNG apud WOSIACK e BLAUTH, 2007, p. 13).
Este impulso, esta força criadora está certamente aliada à nossa sensibilidade, às percepções e às relações com o mundo interno e externo, bem como, a uma necessidade ou à receptividade que cada um tem, visto que a criatividade se revela à medida que vivenciamos este potencial e que nos abrimos para ele.

Receptivos, estamos atentos, prontos para agir. E nos momentos de inspiração, de insights, quando de repente se interligam sugestões, proposições, avaliações, emoções, e tudo se reformula, vêm-nos uma total presença de espírito e um sentimento de afirmação. Sentimo-nos ativos, e mais participantes do devir (OSTROWER, 1995, p. 19).

Com isso, ainda podemos ver a criatividade como um processo natural e espontâneo ao observar uma criança que desenha e pinta sua lousa ou seu papel de forma livre e solta, desprendida de qualquer limitação ou regra, e dizer então que a criatividade nasce a partir da liberdade de expressão, da sensibilidade e da imaginação ou do simples ato de fazer.
Neste sentido, Fayga Ostrower, em seu livro: Acaso da Criação (1995) fala sobre o processo criativo de dois grandes mestres da arte e da música como:

Wolfang Amadeus Mozart (1756-1791) - Quando estou só, inteiramente só, e de bom humor, digamos viajando numa carruagem, ou passeando depois de uma boa refeição, ou durante a noite quando não consigo dormir, é nestas ocasiões que as idéias fluem melhor e mais abundantemente. De onde vêm e como, nada sei, nem posso forçá-las.
Pablo Picasso (1880-1972) - “O importante na arte não é buscar, é poder encontrar”.

E complementa falando do acaso como um catalisador de potencialidades e de estímulos para a criatividade.

No instante mesmo em que o acaso surge em nossa atenção, já o imbuímos de conteúdos existenciais, ligando-o a certos desejos e esperanças, a uma razão íntima e plenamente significativa para o nosso ser ( OSTROWER, 1995, p. 7).

Baseado nisso podemos dizer que o maior acaso de nossas vidas é nossa própria existência, nossa própria criação e formação, logo nossas potencialidades, nosso modo de sentir e perceber o mundo e as sensações que ele nos oferece relacionando-o com os conteúdos internos que trazemos, faz-nos sair e ir em busca de outros acasos que nos tornarão seres mais capazes de criar e transformar.
Desta forma, Fayga Ostrower, considera a arte: [...] “um caminho válido para as pessoas se desenvolverem através de sua sensibilidade, conscientizarem-se e conhecerem a realidade de sua vida e a do mundo externo”(1995, p.12).

E com isso concluímos que, assim como na arte, o processo criativo é um fator de extrema importância nos trabalhos arteterapêuticos, pois auxilia no resgate e reconhecimento do potencial interno de cada um, da força criadora que todos temos, sendo capazes de transformar e modificar até mesmo a história de nossas vidas.

Este texto foi retirado da monografia:
ARTETERAPIA: UMA ATENÇÃO CRIATIVA FRENTE ÀS SINGULARIDADES HUMANAS - Autora: Josiane
que se encontra no acervo da biblioteca virtual da Universidade Feevale-
www.feevale.br

Rio, lição de cidadania e exemplo para o mundo dos negócios

domingo, 28 de novembro de 2010

Se as empresa fizéssem o mesmo que o governo e a Polícia no episódio do Rio, teríamos real chance de crescimento sustentável e de passar a fazer parte dos países de primeiro mundo
Mais uma vez ficou comprovado que quem promove mudança é a comunidade, apoiada por pessoas corajosas, que assumem riscos , responsabilidades, planejam e mantém o foco no que precisa ser feito independente de qualquer obstáculo.
Comunidades engajadas apoiando órgãos públicos unidos por uma mesma causa, sem o tão conhecido jogo de poder, comando e controle , tornam-se capazes de ganhar qualquer guerra.
Fazendo uma analogia com o mundo empresarial, percebemos que a dinâmica segue uma rota parecida.
Altos executivos no comando disputando poder e controle, minados por uma vaidade individual imensa, comandam tropas completamente perdidas e impotentes, que não tem o apoio da grande população.
Estratégia de guerra são inspirações para estratégias de negócio, mas o foco deste artigo é comportamento.
Se os executivos se unirem, como fizeram os três poderes no Rio, altos comandos apoiarem a causa maior incondicionalmente e a população se aliar a esta força, grandes mudanças acontecerão. No universo dos negócios, teremos cada vez mais fusões, aquisições, IPOs, novas oportunidades para atender a demanda do crescimento.
Minha pergunta é: isto tudo é sustentável, ou depois que passarmos dos eventos de 2014 e 2015 voltaremos um passo para trás?
A base de todas estas mudanças tem alguns pilares básicos, entre eles comportamento, individual, coletivo e sistêmico, e modelos de gestão. Precisamos aprender uma nova atitude, cidadã, engajada, compartilhada, onde pensamos primeiro no todo depois em nós mesmos. Altos executivos precisam mudar o modelo mental para gerir os grandes negócios. Como? Esta é nossa proposta.
O que para as empresas é um problema para nós é a solução.

Weigel Coaching
Desenvolvimento de negócios, pessoas e organizações.

O problema não está nas equipes e sim na liderança e no modelo de gestão


36- MEU NASCENTE

quinta-feira, 25 de novembro de 2010


Delícia: no silêncio quase absoluto do dia que começa, acordo cedo para escrever e vejo o sol se espreguiçando por detrás do horizonte.

Só pra compartilhar com vocês o presente que recebi de Deus há alguns dias.

Abraços.

Criticamos os líderes atuais. Como transformar um gerente num líder?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Criticamos muito o "chefe" atual, que ainda é gerente mas precisa virar líder. Pessoas nesta situação são cobradas por seus superiores, peloliderados e pelo RH, muitas vezes sem entender exatamente o que ele deveria fazer ou por onde começar. Cobrar sem oferecer suporte adequado dá resultado?
Seria como pedir que a Madona jogasse futebol, sem lhe informar das regras e sem que ela nunca tivesse treinado. E, detalhe, o adversário é seria o Real Madrid.
Estranho? É o que acontece todos os dias.
Vamos entender que gerente é aquele que administra processos e resultados, e líder é aquele que influencia e inspira pessoas. Até agora, uma boa faculdade, um MBA e experiências anteriores garantiam uma boa performance.
Para construir um bom líder, é preciso que ele aprenda sobre como pessoas funcionam, se comportam de forma isolada, em grupo ou num sistema. Quais as características dos principais perfis, e como gerenciá-los e motivá-los. Depois que o profissional em cargo de liderança souber o básico sobre gestão de pessoas, é possível desenvolver habilidades de comportamento em deficiência para que ele tenha então uma atitude de líder.
Não há outro caminho. Gestores do futuro assumirão as rédeas da gestão de pessoas, com o apoio do RH. 
Aprenda sobre o assunto e contrate um bom coach para ajudá-lo. Um dos depoimentos que recebemos de um amigo virtual foi " estou fazendo coaching e me pergunto porque não fiz isto antes ".  

"Insights" precisam virar ações

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

VOCÊ SONHA OU AGE?
Num processo de coaching, o coachee tem possibilidade de aprimorar suas competências, transformando este momento num momento poderoso para qualquer ser humano.
A reflexão e a descoberta pessoal trazem consciência, aumento de capacidade de agir, estruttura e foco. O coach oferece um grande apoio ao coachee para que ele se desenvolva e não se perca em pensamentos e filosofias.
Um cliente de coaching não tem grandes traumas emocionais, e deseja colocar o foco em soluções práticas. Também não quer ficar discutindo por longos anos temas diversos sem que algum resultado mensurável seja percebido.
Quando entra nesta viagem interna o coachee redescobre seus valores, seus sonhos e desejos, o que lhe energiza e estimula, o que gostaria de evitar e qual é sua missão. Este conjunto de fatores criam uma identidade pessoal forte, sustentável, que permite escolhas assertivas, decisões maduras e ações condizentes com  seus objetivos.
Sabemos muito do que não queremos, pouco do que realmente queremos, e não conseguimos muitas vezes conquistar nossos objetivos por que nos faltam habilidades de comportamento.
Coaching não é moda, e sim uma ferramenta poderosa para que idéias e desejos saiam do pensamento e se transformem em ações observáveis e conquistas mensuráveis.

Jaqueline Weigel 

Coaching para expatriados em alta gerência

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A Weigel Coaching lanca este mês o serviço de 


COACHING PARA ESTRANGEIROS QUE MORAM NO BRASIL.
 
Sabemos das dificuldades originadas das diferenças culturais, e como muitas vezes é difícil expressar-se sobre temas profundos e importantes. Atendendo esta demanda, oferecemos atendimento de processos de coaching com selo do ICF em:

* Inglês
* Francês
* Alemão
* Holandês
* Espanhol
* Italiano

Maiores informaçõs no fone 11 3052 1396 ou email contato@weigelcoaching.com.br
ATENDIMENTO TAMBÉM POR TELEFONE OU SKYPE

Nossa mudança de atitude construirá um Brasil de primeiro mundo

segunda-feira, 15 de novembro de 2010


Um dos grandes temas do momento é educação. Sem uma nova proposta será muito difícil crescermos e nos transformarmos numa potência mundial. E educação em todos os níveis. Desde a escola até o mundo dos negócios. Frequentemente executivos estrangeiros se surpreendem com o pouco conhecimento de negócios dos executivos brasileiros, e com sua atitude no ambiente profissional. Por exemplo, a ofensa pessoal em assuntos profissionais, o atraso em reuniões, o apreço pela folga.

A cada ano, em outubro, começo a entender que as " férias"  estão chegando. Não são as férias escolares, e sim as férias forçadas do mundo dos negócios.

Outubro é o décimo mês do ano, e tradicionalmente empresas e profissionais começam a estender o olhar para o ano seguinte. Budget, projetos, planejamento. Tudo isto é preciso e este período é adequado para isto. Porém , pessoas acabam entrando no embalo antes do tempo, e a frase oficial passa a ser " falamos no ano que vem". No ano que vem, até o dia 15 de janeiro, todo mundo some, ou "está chegando". Na segunda quinzena do mês de janeiro, as turbinas estão esquentando. e vem o feriado paulistando. E então, "podemos falar depois do Carnaval", que este ano é em março. Ufa, resta alguma esperança de que em fevereiro as coisas funcionem.

História familiar pra você? Pois é, ano após ano, vemos 4 meses do ano ficarem em banho maria, feriados de um dia serem transformados em uma semana de folga, quando não, uma semana e meia entre a preparação e o retorno.

Como parece que vamos para outro patamar como país, como empresas e como pessoas, nossa atitude precisa mudar. Em países de primeiro mundo, pessoas não chegam atrasadas a compromissos, não levam assuntos profissionais para o lado pessoal, são objetivas, aproveitam bem o tempo para gerar todo tipo de riqueza. E tiram férias oportunamente.

Nosso povo tem um calor humano e uma ginga inigualável. São grandes qualidades, desde que elas sejam reservadas para a hora do descanso, não usadas como um hábito ruim na hora do trabalho.Vamos refletir sobre nosso modus operandi e torcer para que assuntos importantes não começem só depois da Páscoa.

A ESCOLHA DA PROFISSÃO

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A escolha da profissão e a busca por uma carreira  de sucesso é uma questão vital para o ser humano pois se relaciona com a sua própria identidade.  Quando perguntado para o indivíduo quem ele é, geralmente a resposta dada é: sou médio, enfermeiro, psicológo, administrador dentre outras profissões, demonstrando o quanto está área é importante para as pessoas.

 Pensar na carreira nesta época em que acontecem os vestibulares é refletir sobre alguns pontos importantes como:
  •  Saber quais as áreas de interesse e vocações;
  •  Pensar no que você espera da profissão escolhida com as sua características;
  •  Verificar se a carreira escolhida não está saturada em relação ao mercado de trabalho;
  •  Verificar quais as competências necessárias para a profissão escolhida;
  •  Observar o campo de atuação se não é muito restrito, dificultando uma mobilidade na carreira.
 Segundo pesquisas as profissões mais solicitadas pelo mercado de trabalho são: Administração, Engenharias, Agronomia, Comércio Exterior, Marketing, Contabilidade, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Sistemas dentre outras.

 O mais importante na escolha da profissão e na carreira é a pessoa ser feliz e motivada com a profissão que escolheu, fazendo aquilo que gosta e conhecendo as exigências do mercado de trabalho.

Profa. Dra. Yeda Oswaldo é doutora em psicologia, mestra em educação, especialista em gestão de pessoas, psicóloga organizacional e palestrante. Escritora, é autora do livro Planejamento e autogestão de carreira – contextos e desafios sob a perspectiva holística (2a. Ed., Editora Livrus). Para saber mais sobre a autora, palestras e demais publicações clique aqui.

O que fazer após perder o emprego?

Definir os objetivos profissionais e como distribuir currículos ajuda a diminuir a ansiedade

Roberta Gonçalves, iG São Paulo - 09/11/2010 05:55

Após perder o emprego a pergunta mais recorrente entre os profissionais é: o que fazer? Muitas respostas podem ser dadas, mas uma vale para todos: não se deixar abater.

O desânimo é um dos sentimentos mais comuns e prejudiciais para aqueles que acabam de se desligar de uma empresa e precisam começar a batalha por uma nova colocação. "É necessário lembrar que todo mundo tem seu valor e vai encontrar uma posição. Do contrário, o profissional perde a capacidade de fazer boas escolhas e acaba dando um direcionamento errado para a carreira", afirma Jaqueline Weigel, da Weigel Coaching.


Controlando a ansiedade

Ao manter o equilíbrio emocional, o profissional evita que a insegurança atrapalhe seu desempenho nos processos seletivos. "O candidato deve estar bem para que possa demonstrar suas competências de forma clara", afirma a gerente da divisão de finanças da consultoria Page Personnel, Fernanda Máximo.

Outra dica importante é aproveitar o momento para reavaliar a carreira e traçar metas profissionais. Especialmente porque se o profissional começa a disparar currículos para vagas que não têm a ver com seu perfil, ele dificilmente é chamado e acaba ficando ainda mais abatido. "Por mais confiante que seja, a pessoa fica abalada quando perde o emprego, mas ele deve tentar refletir sua ações no trabalho anterior, rever o planejamento de carreiras e reativar a rede de contatos", diz Ricardo Haag, diretor regional da Asap, empresa de recrutamento de executivos. "Com isso ele vai diluindo a ansiedade."


Foto: Divulgação

Jaqueline: ansiedade pode levar o profissional a dar um direcionamento errado à carreira

Definir objetivos é essencial


Para que a ansiedade não conduza a erros de percurso, o profissional precisa seguir alguns passos importantes. Estabelecer metas é o primeiro deles. "A pessoa deve saber que tipo de trabalho quer e o salário esperado", afirma Jaqueline. A etapa seguinte é estudar quais os caminhos para atingir o objetivo, o que inclui revisar o currículo, avaliar as formas de divulgá-lo e definir a rede de contatos que deverá ser ativada.

Disciplina

Definidos os objetivos, o profissional precisa dar início a uma rotina focada na busca da nova colocação. "No horário comercial ele não deve se distrair, pois deve entender que o trabalho dele é procurar emprego", afirma Jaqueline.
 
"Atividades não ligadas à profissão, como praticar esporte, também são saudáveis, pois ajudam a manter o equilíbrio psicológico", diz Haag.

Oportunidade de qualificação

Com mais tempo livre, o profissional pode aproveitar o momento para se qualificar mais. "Alguns executivos alegam que têm dificuldade de encontrar tempo para fazer certas atividades, por isso, pode ser uma oportunidade para fazer, por exemplo, um curso de imersão para aperfeiçoar o inglês", diz Haag.

Fernanda, da Page Personnel, concorda e destaca que mesmo com pouco dinheiro, o profissional pode recorrer a palestras e cursos gratuitos, o que ajuda, inclusive, a reforçar o network. Leitura também é fundamental para manter-se atualizado. "Cada vez mais as empresas buscam profissionais com visão estratégica e de mercado", afirma Haag.

Já a especialista da Weigel Coaching acredita que o período não é o mais adequado para apostar em cursos. "Muitos vão fazer cursos, pois acham que isso ajudará na recolocação. Acredito que o melhor é conseguir o emprego primeiro, até para que possa enxergar com mais clareza quais competências técnicas deve desenvolver."
 
Estabilidade Financeira

O planejamento financeiro é outro fator importante no período em que o profissional está buscando emprego. "A estabilidade financeira está muito ligada à emocional", afirma Fernanda.

Apesar de nem todos terem reserva financeira, já que isso é algo que deve ser pensado antes da perda do emprego, é possível tomar outras medidas, como reorganizar as contas. "Ter dinheiro dá tranquilidade para buscar uma posição adequada ao rumo que o profissional quer dar à carreira. Com isso ele diminui as chances de se tornar refém das circunstâncias", diz Jaqueline.


Link da matéria:

http://economia.ig.com.br/carreiras/o+que+fazer+apos+perder+o+emprego/n1237822325137.html







A única maneira de mudar uma organização é mudando sua cultura

quinta-feira, 4 de novembro de 2010


Mudar a estrutura organizacional não é o suficiente para mudar uma organização. A atmosfera psicológica está intimamente ligada ao moral e à satisfação das necessidades humanas dos participantes.O clima é percebido de maneiras diferentes por diferentes indivíduos. Ele é constituído por caracteristicas que distinguem a organização de outras organizações e que influenciam o comportamento das pessoas na organização.

Cada organização é um sistema complexo e humano, que deve ser continuamente observado, analisado e aperfeiçoado, para que se tenha motivação e produtividade. Para se manter inovadora, a organização deverá ter algumas características:

1) Adaptabilidade
2) Senso de identidade
3) Perspectiva exata do meio
4) Integração emtre os participantes

Na gestão de mudança, esforços isolados, lentos e gradativos tapam alguns buracos, mas são insuficientes para ir adiante. O processo de mudança organizacional começa com o aparecimento de forças de fora ou de alguma parte da organização. As forças externas provém do ambiente, como as novas tecnologias,mudança em valores da sociedade e novas oportunidades ou limitações do ambiente(econômico, politico, legal e social).
As forças internas que criam necessidade de mudança estrutural e comportamental provêm da tensão organizacional. Toda mudança é um problema que deve ser solucionado de forma racional e eficiente. As mudanças organizacionais não devem ser feitas ao acaso, e sim planejadas.
O comportamento, base do coaching, vem destacando-se como uma das principais frentes de desenvolvimento nos processos de mudança. Nas investigações de lacunas ambientais, o baixo desenvolvimento de competências comportamentais ofuscam qualquer estratégia ou qualquer habilidade técnica. O Desenvolvimento Organizacional é o forte agente de mudança deste século, e gestores de alto escalão precisam passar a entender do assunto. Cada vez mais, inteligências estratégicas externas, aliadas com forças internas precisam se unir. É isto que faz um Coach Corporativo, empoderando o RH e quebrando a barreira entre o CEO, o grupo de diretores e os departamentos de Recursos Humanos e Treinamento & Desenvolvimento.

Jaqueline Weigel - senior coach Weigel Coaching
Fonte: Teoria do Desenvolvimento Organizacional