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Formação de coaches internos

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"No futuro próximo, todos ajudarão todos a desenvolver-se o tempo todo. Esta será a única maneira que as organizações terão para crescer e estabelecer vantagens competitivas no mercado." Jaqueline Weigel

Apontado como tendência internacional do futuro, o Coaching Interno deverá ser um dos formatos com maior adesão nos próximos anos na área de Desenvolvimento Organizacional. O programa tem como objetivo ampliar o impacto da metodologia do coaching nas organizações e otimizar investimentos corporativos.

Leia mais sobre esta novidade da Weigel Coaching no link  http://weigelcoaching.blogspot.com/p/coaching-de-carreira.html



Pessoas não são incompetentes, são mal administradas

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

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O comportamento, individual e de grupos tem aparecido como uma das principais causas da ineficácia operacional. É preciso estabilizar comportamentos durante processos de mudança.

Qual é o cenário desejado pela empresa? O que os gestores principais esperam do restante do grupo exatamente? Existe uma visão comum compartilhada claramente? Nossas pesquisas mostram que não. Existe um abismo entre decisores da empresa e a população de trabalhadores.

Segundo o modelo Beta, pessoas não são incompetentes, só mal gerenciadas ou inseridas num modelo de gestão que não respeita a natureza humana. 

"Coaching é muito mais do que contratar um coach. É investigar causas , entender comportamentos e definir estratégias simples e eficazes de abordagem e desenvolvimento. A cultura de coaching fará parte de nosso cotidiano em todos os níveis." Jaqueline Weigel

Leia mais em http://weigelcoaching.blogspot.com/p/empresa.html

AUTOCONHECIMENTO, DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E CARREIRA

domingo, 23 de janeiro de 2011

"Um dos componentes básicos da concepção humana é o autoconhecimento que está diretamente relacionado às emoções e aos sentimentos. Quando abordamos o funcionamento e o desenvolvimento do ser humano é necessário falar de uma das suas principais características que é a sua essência, ou seja, sua identidade.

Ao longo do desenvolvimento da humanidade a identidade humana foi esquecida ou até mesmo perdida, pois hoje assim como em séculos atrás nos deparamos em uma busca frenética pela nossa identidade, em que muitos de nós estamos se perguntando:
 
- Quem somos? - O que estamos fazendo neste planeta? - Para onde vamos?
 
São perguntas que o ser humano faz a si mesmo no sentido de entender suas ações, reações, objetivos e refletir na busca de si mesmo e do outro.

Para o psciólogo norte-americano Rollo May (1998) identidade pode ser compreendida como um conjunto de características próprias que diferenciam as pessoas uma das outras. Muitas áreas como a filosofia, sociologia, antropologia e direito têm estudado a questão da identidade, não só pela dificuldade que a questão apresenta, mas pelo seu grau de importância na vida das pessoas.

Para compreender aquilo que somos é necessária uma autoreflexão em que as pessoas compreendam a si mesmas -  o que não é uma tarefa fácil, pois muitas vezes isso exige entrar em contato com temores,  traumas e situações dolorosas que foram esquecidas ao longo do tempo por ocasionarem sofrimentos."

"O indivíduo que tiver autoconhecimento terá no trabalho uma grande fonte de gratificação, na qual se sentirá realizado. Naturalmente conduzirá sua vida no sentido de trabalhar no que gosta ou terá condições suficientes de aprender a gostar do que faz."

"A importância do autoconhecimento ao longo da vida de cada pessoa reflete diretamente nas escolhas e na futura carreira do profissional, pois atualmente ser considerado um talento para a organização significa não ter apenas habilidades técnicas mas principalmente saber reconhecer e lidar com suas emoções no alcance do melhor desempenho e da excelência profissional."
Trechos do livro Planejamento e autogestão de carreira – contextos e desafios sob a perspectiva holística (2a. Ed., Editora Livrus) de autoria da Profa. Dra. Yeda Oswaldo , doutora em psicologia, mestra em educação, especialista em gestão de pessoas, psicóloga organizacional e palestrante. Para saber mais sobre a autora e demais publicações clique aqui.

40- VOCÊ BUSCA PERFEIÇÃO OU EXCELÊNCIA?

sábado, 22 de janeiro de 2011


(texto de Kau Mascarenhas)


Contam que à beira-mar um jovem perguntou ao seu mestre zen qual o sentido da linha do horizonte. O velhinho respondeu que ela só existe para lembrar que a perfeição é uma ilusão, palidamente imaginável mas verdadeiramente impossível e, assim sendo, estimula em cada ser humano sua capacidade de ser humilde.
O escritor uruguaio Eduardo Galeano alicerça esse pensamento, propondo uma analogia entre o horizonte e a utopia, e fala de uma outra utilidade: "A utopia está lá no horizonte. Eu me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isto: para que eu não deixe de caminhar".


Foto: Kau Mascarenhas / Série Paz-sagens / Barco em Floripa



De fato, a perfeição é uma utopia útil ao nosso processo contínuo de evolução.
É profundamente inspirador saber que sempre haverá algo novo a aprender, uma dimensão maior de felicidade a alcançar, um patamar de crescimento superior a atingir.
A orientação de Jesus “sede perfeitos como o Pai é perfeito” pode ser compreendida como um chamado, um incentivo. Entretanto será profundamente equivocada a atitude daquele que se arvorar a alcançar perfeição absoluta, considerando essas palavras como um comando factível de ser obtido numa única encarnação.
O perfeccionismo de acordo com diversos pensadores, sejam eles pertencentes às escolas psicológicas ou mestres de estradas espirituais, produz mais dores que benefícios.
Listo aqui algumas características do perfeccionista clássico:
- Intolerância com aqueles que não alcançam os padrões previamente definidos como perfeitos;
- Ansiedade crônica e grande stress por conta da auto-crítica excessivamente severa;
- Desânimo, e falta de motivação para arriscar e tomar iniciativa, por conta do medo de não acertar (“prefiro não fazer do que arriscar fazer de forma imperfeita”);
- Estabelecimento de posturas internas auto-punitivas, formas de pensamento torturantes que chegam a se concretizar em doenças no corpo físico.
Quando se trata de aspectos relacionados ao âmbito moral, esse processo se mostra ainda mais sério levando o perfeccionista a sofrer demasiadamente como se não fosse digno de uma vida feliz e de obter sucesso.
Muitas vezes o perfeccionista sofre de um grande complexo de superioridade e atribui aos seus critérios o status de divinos, ou seja, ele se considera capaz de dizer o que é bom ou ruim, certo ou errado, perfeito ou imperfeito. Pode ser que, paradoxalmente, mesmo se mostrando em atitude humilde, carregue em si uma forte vaidade que não lhe permite a possibilidade de errar. Não admite a mais simples idéia de ser admoestado ou criticado e, assim sendo, prefere não fazer algo uma vez que exista algum risco, mesmo remoto, de não atender aos padrões vigentes ou previamente por ele estipulados.
O mais curioso é que alguns perfeccionistas passam um bom tempo sem errar pelo fato de não agir, já que temem a imperfeição. Assim eles não erram, mas nunca aprendem. Normalmente são seres em cujas vidas se notam muitas omissões, e poucas realizações.
Há, entretanto, muitas pessoas empreendedoras que se dizem perfeccionistas.
Ouso afirmar que na verdade não o são.
São meticulosos, atentos à qualidade, enérgicos na busca de sucesso, e muito comprometidos com seus propósitos. Mas não os chamo de perfeccionistas.
Tenho um outro nome para essas pessoas que atingem grande sucesso em diversos âmbitos e que estimulam o crescimento de quem as cerca com seus grandes feitos.
São os “buscadores da excelência”.
Um buscador da excelência sabe que perfeição é algo absolutamente relativo, por isso prefere definir alguns padrões que podem representar sucesso em seus papéis de pai ou mãe, filho, cidadão, profissional, companheiro, cristão e amigo, e segue esses padrões.
Ele está igualmente convicto de que esses padrões podem mudar, já que sobre todos nós age uma lei inexorável que é a Lei da Evolução.
Aquilo que é um bem hoje poderá se constituir num mal amanhã.
Assim sendo, os padrões de excelência são mutáveis. Eles também evoluem.
O perfeccionista quer manter em mente a idéia de uma regra absoluta para as formas de conduzir sua vida.
O buscador da excelência, no entanto, está aberto a mudar de idéia e tem todo o direito de agir de acordo com cada contexto em que esteja inserido.
O perfeccionista pode se utilizar de inúmeras máscaras por conta da imagem rígida que criou para si mesmo.
Não quer ser visto pelos outros de uma forma “menor”, e assim joga em sua sombra uma série de falhas, equívocos e incongruências. Características que ele não aceita em si precisam ser escondidas.
O buscador da excelência, por sua vez, reconhece a sua humanidade e está disposto a aprender com seus erros e, se fica evidente algum deles, procura reorganizar-se, tirar daí a melhor lição, corrigir o que for possível e não repetir a falha. Sem auto-punição, sem crises de consciência, sem dores injustificáveis.
Em meu trabalho costumo sugerir que as pessoas saiam do arrependimento vazio e partam para um trabalho mental que se chama “editar a fita”.
Reveja aquele comportamento que você não considera interessante com olhos amorosos. Perceba que fez aquilo muito mais por ignorância que por maldade. Perdoe-se sinceramente e em seguida edite a fita, ou seja, reconstrua na mente a forma mais interessante de agir. Use o poder mental que se assemelha ao de um possível cineasta que ao mesmo tempo fosse autor-roteirista-diretor-cinegrafista-ator. Reconstrua na mente toda a cena de maneira melhor, tomando as atitudes mais interessantes, e arquive dentro da mente essa nova “ocorrência”. Numa situação futura semelhante àquela seu cérebro terá um arquivo a mais, bastante positivo, para tomar como referência.
Quem pode dizer o que é a perfeição? Aquilo que para mim é perfeito, para você pode nem ao menos ser aceitável.


Foto: Kau Mascarenhas / Série Paz-sagens / Barco em Floripa


E se imaginarmos a diversidade cultural que engloba os seres humanos no que diz respeito ao entendimento do que é moral, bom, valioso e ético nos diversos países, a complexidade dessa questão se torna ainda maior.
Perfeição, portanto, é uma realidade inatingível para nós que somos humanos. A dimensão da perfeição pertence ao divino. Excelência, no entanto, é uma busca feliz de nossa natureza humana.
Existe uma figura lendária chamada “famaliá”. Trata-se de um pequeno demônio que se for preso numa garrafa atende a todos os pedidos do seu dono, tornando realidade qualquer um dos seus desejos.
No entanto, algumas correntes de estudo dessa lenda dizem que o famaliá na verdade detesta a perfeição e, por conta disso, o seu possuidor deve dar um jeito de fazer algum pequeno defeito existir em cada desejo concretizado. Por exemplo, se ele pede uma casa maravilhosa ao seu diabinho, que dê um jeito de criar uma pequena rachadura em alguma vidraça, ou uma sujeirinha no tapete ou, quem sabe, desfie um pedacinho da cortina. Dessa forma o famaliá não será agredido pela perfeição. Caso contrário ele pode se irritar e destruir tudo.
A mitologia grega também aponta o aparecimento de castigos severos àqueles que se dispõem a desafiar os deuses querendo trazer para o mundo uma perfeição que é encontrada apenas entre os habitantes do Olimpo.
Psiquê, por exemplo, sofreu terríveis agruras com os desafios e torturas impostos por Afrodite, somente por ser uma mortal detentora de uma beleza perfeita. Assim, despertou ciúmes e gerou mágoa na deusa.
Algumas pessoas adoram exaltar sua família perfeita, sua casa perfeita, seu cônjuge perfeito, sua saúde perfeita. Exaltam seu estilo de vida, suas posses e a excelsitude de tudo o que possuem e dos que as cercam. É como se vivessem num conto de fadas eterno no qual não pode haver qualquer ponto negativo. Quem sabe estão cegas às pequenas ou grandes imperfeições que se caracterizam como absolutamente normais em se tratando da vida humana.
Se é desagradável ouvir alguém falar demasiadamente que tudo é perfeito em sua existência, imagine o quanto igualmente é cansativo escutar o extremo oposto. Também não é nem um pouco sadio. É muito difícil estar ao lado de alguém que vive acreditando que nada presta em seu mundo. Coitado de quem se aproxime de uma pessoa dessas e faça um inocente cumprimento perguntando “como vai você?”. Terá que suportar uma avalanche de queixumes nos quais o outro exporá todas as suas mazelas.
Portanto, evoco a importância de se perceber que somos todos humanos e que é natural existirem aspectos não muito angelicais em nossa realidade de seres em processo evolutivo, e de que em nossas vidas podem estar situações que merecem receber energia transformadora.
Mesmo imperfeitos e vivendo num mundo imperfeito, que sejamos felizes e capazes de mudar para melhor, percebendo que já possuímos dentro de nós e ao nosso redor tudo de que precisamos para uma vida plena e feliz.
E as coisas só podem ser resolvidas se tivermos a ousadia de encará-las, ao invés de escondê-las sob o tapete.
Parece-me inclusive que quanto mais ficamos ansiosos em parecer perfeitos, mais os erros se sucedem.
E muitas vezes aquilo que parece imperfeito é justamente o que vai mais encher nossa vida de valor pelo inusitado, pelo surpreendente, pelo criativo.
Na arte humana podemos perceber isso, bem como na própria natureza.
Uma obra de Picasso que mostra um rosto deformado propõe corajosamente uma beleza diferente, antes de tudo pela própria atitude do artista rompendo regras e padrões clássicos pré-definidos.
Uma pérola barroca se destaca por não ser lisa nem absolutamente redonda como as suas irmãs.
Sim, o horizonte existe e está lá, a nos inspirar. E sabendo que é inatingível, podemos nos colocar em atitude respeitosa no que tange ao ritmo da nossa jornada evolutiva.
É importante continuarmos sempre aprendendo, mudando e crescendo, ao mesmo tempo em que nos tornamos flexíveis para perceber que a idéia absoluta de perfeição não existe.
O valor que você tem está, antes de tudo, no fato de você ser como você é.

O que buscamos em nossas carreiras?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011



 Gestores precisam desenvolver pessoas. Líderes precisam inspirar sua equipe

Executivos desejam performance, sucesso e satisfação.

Profissionais precisam de identidade, plano de carreira e crescimento

A carreira é um de nossos maiores palcos, onde gastamos 8 h de energia diária. Ser o melhor que pudermos não é um privilégio e sim a menor de nossas possibilidades.

Veja mais em nossa página de Coaching de Carreira http://weigelcoaching.blogspot.com/p/coaching-executivo_19.html

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Porque líderes precisam ser grandes coaches?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Nos últimos 25 anos, coaching representa a modalidade que mais cresceu entre as disciplinas de desenvolvimento de lideranças. Organizações estão interessadas em fortalecer boas práticas, melhorar planos de sucessão e aumentar a performance de empregados em todos os níveis.

Com pressões externas e orçamentos enxutos, empresas buscam soluções internas para seus dilemas. Será que gestores podem assumir funções como as de um coach? Sim e não.

Sim, porque isto será inevitável quando se fala em gestão de pessoas. Líderes que não se aprenderem sobre o assunto e não desenvolverem habilidades de um coach, ficarão para trás nas estrtuturas organizacionais modernas.

Não, porque o papel de um coach externo continuará sendo fundamental especialmente para alta gerência.

Existe uma diferença importante entre um líder que sabe como usa o coaching para desenvolver seus liderados e o coach profissional graduado, que oferece serviços no mercado.

Jaqueline Weigel  senior coach Weigel Coaching
Fonte: Katleen Stinnett, MCC  ICF - USA


Você está satisfeito com seu trabalho? Onde deseja estar daqui a 10 ou 20 anos? Participe de nossa Oficina de Coaching.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Oficina de Planejamento de Carreira
com as coaches Jaqueline Weigel, Thalita Posella, Lúcia Duque

Sabemos que cada vez mais os profissionais terão que assumir a responsabilidade por suas carreiras. O modelo paternalista, onde inicialmente os pais depois as empresas influenciam em nossas decisões de carreira está enfraquecido. Com as novas gerações, já percebemos de forma real que as "rédeas" da carreira devem estar nas mãos do próprio profissional, que passará a encarar o assunto de outra forma. Metas de longo prazo, significado, talentos, valores individuais, desenvolvimento, crescimento, mudanças. Todos estes itens farão parte de uma reflexão periódica.

Por onde começar, como estabelecer uma rota satisfatória, construir um sonho possível e fazer escolhas acertadas? PARTICIPE!



TURMAS DE NO MÁXIMO 10 PESSOAS

Objetivos Gerais
Oferecer oportunidade aos profissionais de refletirem sobre seus planos de carreira, analisar cenários passados, atuais e futuros, checar prós e contras da situação atual e entender dificuldades comuns a todos os profissionais.

Programa:

I – Definição dos objetivos de carreira

• Longo prazo, médio prazo e curto prazo

II – Investigação da missão

• Talentos individuais
• Vantagem competitiva
• Valores
• Missão pessoal e profissional


III – Estratégia e planejamento

• Análise do cenário atual
• Grau de satisfação ou frustração
• Elaboração do cenário futuro
• Análise de possibilidades
• Bases de decisão
• Escolhas
• Obstáculos comuns
• Plano de contingência

Fundamentos: Integrated Coaching Institute, International Coach Federation


Nome do coaches facilitadores: Jaqueline Weigel , Thalita Posella e Lucia Duque

Local: Rua do Rócio, 288 - Vila Olímpia - SP

Carga Horária: 10 horas em 6 semanas. (5h em grupo, 4h em sessão individual e 1h sessão de fechamento em grupo)  


Datas da primeira turma:
31 de janeiro de 2011, das 19 às 22h - sessão em grupo
03 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 1 - 60 min
08 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 2 - 60 min
10 de fevereiro de 2011 - das 19 às 21h - sessão em grupo 
14 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 3 - 60 min
17 de fevereiro de 2011, em horário comercial - sessão individual 4 - 60 min
21 de fevereiro de 2011 - Das 19 às 20h - encerramento em grupo - 60 min

* Envio de relatório de avaliação de resultados 10 dias após o encerramento

Turmas de março e maio aceitando lista de interessados
Valor por pessoa: 4 x 625,00

Inscrições no email contato@weigelcoaching.com.br




Nossa coach dá dicas sobre metas para 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Em janeiro, é comum profissionais refletirem sobre o que desejam para suas carreiras no novo ciclo que inicia. AS empresas fizeram o mesmo, e revêem seu planejamento e sua estratégia neste período.

Profissionais sonham com promoções, crescimento, aumento de salário.

Empresários buscam o crescimento da companhia. 


Antes de pensar no futuro, pode ser interessante analisar o ano que passou. “Quais foram os planos de 2010? Em quais você teve sucesso? Em quais não e por quê? Além disso, é impotante ficar atento e entender que sem um planejamento claro e objetivo, com base em dados sólidos, é comum profissionais e empresas dispersarem no meio do caminho”.
Jaqueline apontou três razões que, de uma forma geral, causam a frustração das metas para um novo ano: falta de foco, pouca disciplina e má organização. “Observamos em nossos clientes que quando o planejamento é falho, superficial, fatalmente ocorre a ausência de um dos três aspectos citados. E desta forma não há plano que se concretize” explicou. Para a executiva, é preciso ter clareza do que se quer construir, e organização mental e emocional para executar o plano.

O processo de coaching, segundo Jaqueline, auxilia profissionais e empresas neste processo. Não é à toa que a procura triplicou em 2010 no Brasil. Tanto as empresas quanto os profissionais atendidos em 2009 e 2010 pela Weigel Coaching atingiram os objetivos traçados integralmente. “Um coach auxilia o cliente a traçar metas tangíveis de forma estruturada. Além disso, investiga valores da meta, auxilia o coachee a definir prioridades, estabelecer o tempo para cada conquista e ter foco nas ações necessárias para conquistar o resultado. As empresas e os profissionais sabem o que precisam fazer, mas falta clareza do objetivo e habilidades de comportamento para a ação de execução”, afirma.

Além disso, Jaqueline Weigel explica que, para planejar melhor, é preciso usar a razão e deixar um pouco de lado a empolgação, tão comum neste período. “É necessário dedicar um tempo, estabelecer bem os objetivos, ligá-los a um objetivo maior, de longo prazo, e somente depois agir . A maioria começa fazendo coisas, sem ter um plano mestre como apoio”, define. Outro problema constante é a falta de clareza. “É muito comum as pessoas traçarem metas abstratas, como sucesso, felicidade, crescimento, realização. Isto são valores do resultado, não metas. Não são possíveis de mensurar. É preciso definir especificamente o que se deseja construir. É isto que nos mantém no foco durante todo o percurso”, ressalta.

Outro ponto abordado pela executiva é a mudança de planos no decorrer o ano. Ela explica que muitos imprevistos desviam as pessoas de seus objetivos iniciais. Isto, segundo Jaqueline, é resultado de um processo de planejamento superficial. “Temos mania de ajustar objetivos e metas para nos adequar a certas situações e acabamos abandonando nosso sonho. Justificamos com mudanças constantes de planos ou eventos. Na verdade, estamos completamente desviados do nosso destino inicial. Um coach mantém o coachee numa linha reta, depois de ter definido com ele o destino e o caminho”, finaliza.




O seu emprego é só trabalho ou faz parte da sua identidade?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Estado de São Paulo - 23 de dezembro de 2010

Em conversas com especialistas em RH na semana passada, Jaqueline Weigel, especialista em treinamento e proprietária da Weigel Coaching, chamou a atenção para uma realidade do mercado de trabalho: as pessoas que adicionam a empresa a seu sobrenome. Especialmente em casos de longa permanência em um só emprego, a companhia pode ser adicionada à identidade do profissional.


De repente, só faz sentido ser o “fulano de tal”, da “empresa x”. Para Jaqueline, essa questão que parece corriqueira deve ser vista com cuidado. Isso porque, especialmente na hora da aposentadoria, de repente a pessoa pode se ver perdida, como se faltasse parte do seu “eu”. Para Jaqueline, é algo a ser trabalhado aos poucos, enquanto o profissional ainda está na ativa.

E você? É muito apegado ao “sobrenome profissional”? O seu emprego é só trabalho ou faz parte da sua identidade? Já sofreu com isso? Escreva para a gente.

A matéria é de FERNANDO SCHELLER